Morre Nelson Mandela, ex-presidente sul africano

EXAME.COM

   Dirigentes de todo o mundo lamentaram a morte do líder sul-africano Nelson Mandela, herói da luta contra o apartheid, que faleceu na quinta-feira em sua residência de Johannesburgo, aos 95 anos.

   O primeiro presidente negro dos Estados Unidos,Barack Obama, homenageou Mandela, primeiro presidente negro da África do Sul, lamentando a partida de um homem “valente e profundamente bom”.

   O primeiro-ministro britânico, David Cameron, declarou que “uma grande chama se apagou no mundo”, afirmando que “Nelson Mandela era um herói do nosso tempo”.

   A rainha da Inglaterra Elizabeth II afirmou ter ficado “profundamente entristecida” com a morte de Nelson Mandela. “A rainha se sentiu profundamente entristecida ao saber da morte de Nelson Mandela na noite passada. Mandela trabalhou incansavelmente pelo bem de seu país e seu legado é a África do Sul pacífica que conhecemos hoje em dia”, afirma um comunicado do Palácio de Buckingham.

 G1

   O funeral do líder sul-africano Nelson Mandela, que morreu nesta quinta-feira (5) aos 95 anos em Pretória, deve durar 12 dias, segundo reportagem divulgada no site do jornal britânico “The Guardian”. A publicação teve acesso a um documento do governo da África do Sul que estabelece o calendário provisório das cerimônias fúnebres, durante 12 dias a partir do momento da morte de Mandela.

 TERRA

   O ex-presidente e líder histórico da luta contra a segregação racial da África do Sul, Nelson Mandela, morreu nesta quinta-feira, 5 de dezembro de 2013. A notícia foi transmitida à nação e ao mundo pelo presidente sul-africano, Jacob Zuma.

   Mandela tinha 95 anos e há muito lutava contra doenças decorrentes do período em que permaneceu preso por conta de sua luta contra o Apartheid, regime segregacionista que imperou durante décadas no seu país. Ele passou 27 anos preso para depois se eleger presidente da África do Sul, de 1994 a 1999.

   Durante o último ano, Mandela havia passado muitos meses internado em condições críticas, mas recentemente retornara para seu lar, onde permaneceu até hoje, ao lado de familiares e amigos.

 FOLHA DE S. PAULO

  A África nunca terá visto nada igual. Em meio a tristeza inimaginável, a morte de Nelson Mandela será marcada pelos maiores eventos jamais organizados no continente, e que serão acompanhados pelo maior número de pessoas.

   O presidente sul-africano, Jacob Zuma, disse na noite de quinta-feira: “Nosso amado Madiba terá um funeral de Estado. Dei ordem para que todas as bandeiras da República da África do Sul sejam hasteadas a meio-pau e que continuem a meio-pau até depois do funeral.”

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