Paris retira carros das ruas e fecha avenidas por um dia

TERRA

Por um dia, o centro de Paris se tornou um oásis para pedestres. Uma iniciativa da prefeita Anne Hidalgo fechou muitos bairros da capital francesa para carros, das 11h às 18h (hora local), deste domingo (27/09).

As áreas sem tráfego também incluíram muitos pontos turísticos, como a Avenida Champs-Élysées, a Praça da República e da Bastilha e a área ao redor da Torre Eiffel e do Bosque de Boulogne, entre outros. Ônibus, ambulâncias, viaturas da polícia, carros de bombeiro, táxis e alguns veículos de entregas, no entanto, ainda foram permitidos.

A proibição afetou principalmente a parte central da cidade. O tráfego circulou em muitos outros bairros afastados. A polícia montou postos de controle para garantir a observância da proibição dentro da área estipulada.

Hidalgo afirmou querer provar que a cidade poderia continuar funcionando mesmo sem o tráfego de automóveis. O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e seus colegas de pasta de Bruxelas e Bristol estiveram presentes à abertura da iniciativa.

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No Brasil, uma em cada cinco crianças de oito anos não sabe ler

VERDADE GOSPEL

Quando chegam ao fim do terceiro ano do Ensino Fundamental, uma em cada cinco crianças de oito anos (22,2%) não consegue ler uma frase inteira. Nesse período, em que deveriam estar completamente alfabetizadas, elas decifram apenas algumas palavras isoladas, de acordo com os dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), nesta quinta-feira (17).

Além disso, mais da metade dos alunos (56,17%) só é capaz de encontrar uma informação em textos se ela estiver na primeira linha, o que revela o baixo fôlego de leitura dos alunos. Se precisa escrever um texto, um em cada três estudantes (34,4%) produz frases ilegíveis, com troca ou omissão de letras nas palavras. Em matemática, a maioria dos estudantes (57%) não consegue solucionar questões com números maiores que 20 ou ler as horas em um relógio de ponteiros.

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Florestas tropicais correm risco de desaparecer, diz estudo

UOL

A Terra perdeu “mais de 18 milhões de hectares de florestas” em 2014, duas vezes a área de Portugal, segundo o World Resources Institute (WRI), um centro de pesquisas com sede em Washington – num estudo publicado nesta quarta-feira (2).

Somente os países tropicais perderam 9,9 milhões de hectares, onde o desmatamento avança, segundo o WRI.

Em especial em diversos países do oeste da África, da região do rio Mekong e da região do Grande Chaco na América Latina são afetados por este desaparecimento das florestas, vítimas da expansão das atividades econômicas, alertou o estudo.

A publicação deste documento ocorreu enquanto é realizada em Bonn uma nova rodada de negociações que antecedem a grande conferência da ONU sobre o aquecimento climático que ocorrerá em Paris de 30 de novembro a 11 de dezembro.

O desmatamento contribui para as mudanças climáticas na medida em que destrói o “sequestro de carbono” que ocorre nas florestas.

Nos países tropicais o desmatamento se estende para além do Brasil, que conseguiu diminuir o problema em 70% na Amazônia nos últimos anos, e da Indonésia, que recentemente adotou medidas para impedir novas derrubadas.

Na verdade, mais de 62% do desmatamento tropical constatado em 2014 ocorreu fora destes dois países, contra 47% em 2001.

A situação é “especialmente preocupante” no Camboja, país onde o desmatamento ganhou mais velocidade entre 2001 e 2014, segundo o WRI. O país perdeu em 2014 uma área quatro vezes maior que em 2001.

Os pesquisadores estabeleceram “uma forte correlação” entre a diminuição das zonas de florestas e a alta do preço da borracha no mercado mundial, no conjunto dos países do Mekong, onde a indústria da borracha se desenvolve em detrimento da floresta.

Diversos países africanos (Serra Leoa, Libéria, Guiné, Guiné Bissau) assim como Madagascar aparecem entre os que tiveram desflorestamento mais rapidamente.

A República Democrática do Congo, a República do Congo, Camarões, a República Centro-Africana e o Gabão também tiveram uma redução da área de suas florestas, fruto especialmente da exploração do óleo de palma e da madeira.

Na América Latina, as florestas da região do Grande Chaco, no Paraguai, na Argentina e na Bolívia “desaparecem rapidamente”, vítimas da pecuária e do cultivo da soja, constatou o WRI.

Fonte: UOL

Biometria facial nos ônibus começa a funcionar nesta terça-feira

A CIDADE

O sistema de biometria facial para evitar fraudes no transporte coletivo começa a valer a partir desta terça-feira (1º), de maneira parcial, aos usuários que já fizeram o cadastro.

A nova tecnologia deverá barrar o uso do cartão por terceiros e, principalmente, a ação dos “janelinhas”, que vendem cartões a preços mais baixos aos usuários e depois pegam o cartão pela janela dos ônibus.

“A biometria visa evitar o uso indevido do cartão e evasão de receita”, resume o diretor-superintendente da Transerp, William Latuf.

O analista de transporte da Transerp, Reynaldo Lapate, explica que nada deve mudar no cotidiano do usuário com o novo sistema de biometria, já que ele continuará a passar o cartão na catraca.

“Esse sistema não exige a participação do motorista no controle dos passageiros e não interfere no fluxo de embarque”, explica.

O sistema de biometria foi custeado pelo consórcio Pró-Urbano, que investiu R$ 700 mil na implantação.

90 mil sem regularização

Restam ainda 90 mil usuários com vale-transporte e com o Cartão Cidadão que ainda não fizeram a regularização. Esses dois grupos têm dois prazos diferentes para se cadastrar.

A Transerp esclarece que idosos, estudantes e deficientes já estão cadastrados no sistema da biometria porque, nos últimos 12 meses, eles tiveram de fazer a renovação compulsória do cadastro.

“Pedimos aos usuários que não deixem para renovar o cadastro no último dia para evitar filas”, avisou Lapate. Esse congestionamento ocorreu nos dias antes do fim do dinheiro nos ônibus, em outubro do ano passado.

O sistema de biometria facial foi implantado em 357 veículos que atendem 118 linhas e passam por 3.027 pontos de parada. Ao dia, são atendidos 100 mil usuários.

Inicialmente, havia dúvida se seria implantado o sistema de biometria facial ou o que faz a leitura das impressões digitais. A dúvida foi sanada após um teste dos dois sistemas de identificação entre junho e agosto do ano passado, passado, com 50 usuários da linha Marincek.

Um dos pontos negativos da leitura de impressões digitais seria a dificuldade enfrentada por idosos para colocar o dedo no sensor com o ônibus em movimento.

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