Biometria facial nos ônibus começa a funcionar nesta terça-feira

A CIDADE

O sistema de biometria facial para evitar fraudes no transporte coletivo começa a valer a partir desta terça-feira (1º), de maneira parcial, aos usuários que já fizeram o cadastro.

A nova tecnologia deverá barrar o uso do cartão por terceiros e, principalmente, a ação dos “janelinhas”, que vendem cartões a preços mais baixos aos usuários e depois pegam o cartão pela janela dos ônibus.

“A biometria visa evitar o uso indevido do cartão e evasão de receita”, resume o diretor-superintendente da Transerp, William Latuf.

O analista de transporte da Transerp, Reynaldo Lapate, explica que nada deve mudar no cotidiano do usuário com o novo sistema de biometria, já que ele continuará a passar o cartão na catraca.

“Esse sistema não exige a participação do motorista no controle dos passageiros e não interfere no fluxo de embarque”, explica.

O sistema de biometria foi custeado pelo consórcio Pró-Urbano, que investiu R$ 700 mil na implantação.

90 mil sem regularização

Restam ainda 90 mil usuários com vale-transporte e com o Cartão Cidadão que ainda não fizeram a regularização. Esses dois grupos têm dois prazos diferentes para se cadastrar.

A Transerp esclarece que idosos, estudantes e deficientes já estão cadastrados no sistema da biometria porque, nos últimos 12 meses, eles tiveram de fazer a renovação compulsória do cadastro.

“Pedimos aos usuários que não deixem para renovar o cadastro no último dia para evitar filas”, avisou Lapate. Esse congestionamento ocorreu nos dias antes do fim do dinheiro nos ônibus, em outubro do ano passado.

O sistema de biometria facial foi implantado em 357 veículos que atendem 118 linhas e passam por 3.027 pontos de parada. Ao dia, são atendidos 100 mil usuários.

Inicialmente, havia dúvida se seria implantado o sistema de biometria facial ou o que faz a leitura das impressões digitais. A dúvida foi sanada após um teste dos dois sistemas de identificação entre junho e agosto do ano passado, passado, com 50 usuários da linha Marincek.

Um dos pontos negativos da leitura de impressões digitais seria a dificuldade enfrentada por idosos para colocar o dedo no sensor com o ônibus em movimento.

Matéria completa no jornal A Cidade

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