Sabesp alega crise e agência autoriza aumento de 13,8% na conta de água

UOL

A Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo (Arsesp) autorizou na segunda-feira (30) um reajuste de 13,8% nas contas de água e esgoto da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) – maior aumento desde 2003.

A estatal havia pedido uma revisão extraordinária da tarifa ao órgão no início deste mês alegando “risco ao equilíbrio econômico-financeiro” por causa dos prejuízos provocados pela crise hídrica no Estado.

Segundo a Arsesp, foi autorizado reajuste de 6,3% na fatura da Sabesp para repor o aumento com as despesas com a energia elétrica e com a queda do consumo de água na Grande São Paulo em decorrência da crise, além de 7% de correção inflacionária acumulada em 12 meses pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A agência usa também outros fatores econômicos para chegar ao índice definido.

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Movidos (ou não) pela água

R7

   Rachel Prince, de 24 anos, sofre com um grave problema: ela tem alergia à água. A condição, chamada de urticária aquagênica, não permite que ela tome banhos longos, nade na piscina, beba um copo de água gelado ou, por mais incrível que pareça, beijar seu noivo – por conta da saliva dele. Só de beijá-lo, ela já ficaria toda machucada.

   Me deixa triste, porque obviamente eu quero essa intimidade e proximidade, desabafa Rachel. Mas se Lee me beija no rosto, eu tenho que limpar na hora antes que a reação alérgica aconteça. É um pouco depressivo não poder beijar, mas Lee compensa de outras formas, sendo carinhoso e me comprando presentinhos.

O lado oposto de Rachel Prince

   Sasha Kennedy, de 26 anos, que mora em Essex, na Inglaterra, bebe 20 litros de água por dia. Ela carrega várias garrafas para qualquer lugar que ela vai e raramente dorme mais de uma hora por noite sem acordar para beber ou para ir ao banheiro, segundo o site Daily Mail. Ela vai ao banheiro 40 vezes todos os dias e chegou, até mesmo, a sair do seu emprego devido à falta de qualidade da água do local do trabalho.

   Apesar de exceder o máximo de litros de água que uma pessoa deve beber ao dia, recomendada pelos especialistas, os médicos disseram que Sasha não possui nenhum problema de saúde. Sasha disse: Eu sinto sede praticamente o tempo todo e sempre tenho que beber água – é um hábito viciante. O maior tempo que eu consegui dormir foi cerca de uma hora e 15 minutos, porque preciso beber água e ir ao banheiro.

   Ela começou a desenvolver esse hábito quando tinha dois anos. Na escola, ela tomava uma garrafa de água todos os dias e, durante os intervalos, ficava perto do bebedouro, enquanto as outras crianças brincavam. Aos 13 anos, ela já estava bebendo 12 litros de água por dia.

   Especialistas disseram que a condição de Sasha é rara, pois o consumo médio de água que um adulto faz é um pouco mais de 200 ml por dia. A nutricionista, Emma Derbyshire, disse: A hidratação feita com qualquer líquido é possível, mas em casos extremos pode ser perigoso. Mas, isso é muito raro.

 

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Consumir água antes das refeições ajuda a emagrecer

FOLHA GOSPEL

   Parece que o velho truque de beber dois copos de água antes das refeições realmente é eficaz para quem está brigando com os ponteiros da balança. Um estudo da Universidade Virgínia Tech, nos Estados Unidos, mostrou que as pessoas que ingeriram o líquido antes de comer perderam em média sete quilos e meio, enquanto que as outras eliminaram apenas cinco quilos e meio.

   A pesquisa sugere que a água ajudaria a reduzir as calorias ingeridas por preencher o estômago ou fazer que a pessoa evite bebidas açucaradas durante as refeições.

Fonte: Corpo a Corpo – UOL

Matéria extraída de Folha Gospel

Estudo demonstra pela primeira vez que beber água emagrece

FOLHA GOSPEL

     Uma equipe de cientistas alemães demonstrou pela primeira vez que, como assegura a tradição popular, beber água emagrece.

     Uma pesquisa clínica da universidade Charité de Berlim publicada nesta quinta-feira (29) na revista American Journal of Clinical Nutrition assegura que a ingestão de água reforça os efeitos de uma dieta de emagrecimento.

“Apesar de nas dietas normalmente ser recomendado beber muita água, até agora não havia nenhuma recomendação com base científica”, disse o responsável da equipe de pesquisa, Rebecca Muckelbauer.

A partir da análise de cerca de 5.000 referências de diferentes bancos de dados de artigos científicos, os especialistas puderam comprovar que beber água efetivamente acelera os processos de emagrecimento quando se está fazendo uma dieta.

O estudo destaca a conclusão de uma série de dados sobre o sucesso de uma dieta em um grupo de idosos que aumentaram seu consumo médio de água.

As pessoas estudadas que aumentaram em um litro ao dia seu consumo de água emagreceram entre um e dois quilogramas a mais que o grupo de controle, que manteve sem alteração a quantidade de líquido que bebia.

O efeito de emagrecimento da água em combinação com uma dieta pode acontecer, segundo os cientistas, à simples sensação física de saciedade com a ingestão do líquido e à aceleração do metabolismo.

Fonte: UOL

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Quase 40% da água tratada no Brasil é desperdiçada, aponta estudo

G1 GLOBO

     Além da falta d’água, tem o desperdício. Um estudo mostra que quase 40% da água tratada no Brasil é desperdiçada. Só em São Paulo, R$ 250 milhões são investidos todos os anos para diminuir as perdas, mas o problema continua.

     A rede que distribui a água na cidade é considerada velha e muitos trechos precisam passar por manutenção. Os vazamentos são o maior problema, e podem causar um estrago bilionário.

     No Brasil, desce pelo ralo quase 40% do faturamento das empresas operadoras por causa das perdas de água. A situação é mais crítica na Região Norte, onde mais da metade do faturamento é perdido. A média de perda da Europa é 15%, do Japão, 3%. “É uma perda enorme de recursos financeiros que poderia estar voltando para o sistema de saneamento para que mais pessoas tivessem água ou coleta e tratamento de esgoto”, afirma Edson Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil.

     O estudo do Instituto Trata Brasil mostra que uma redução de apenas 10% das perdas do país representaria uma receita de R$ 1,3 bilhão, quase a metade do investimento feito em abastecimento de água no ano de 2010.

     Reduzir perdas é importante também para não faltar água. O estudo mostra que um terço das cem maiores cidades do país precisa de um novo manancial para atender a população.

     A capital paulista é um exemplo. A Região Metropolitana de São Paulo tem 50 mil quilômetros de tubulações enterradas, daria para dar uma volta e meia no planeta. A extensão e a idade da rede são os maiores desafios.

     Todos os anos a empresa que abastece a região investe R$ 250 milhões para diminuir as perdas, com reforma nas instalações hídricas e busca minuciosa por vazamentos. O investimento já rendeu um índice de perda abaixo da média do estado: 26%. A meta é chegar a 15% até 2020.

     Neste ano, o investimento na rede de água de São Paulo deve subir para R$ 370 milhões, uma alta de quase 50% em relação a 2012. O aumento dos recursos é resultado de uma parceria com o Japão.

 Matéria disponível em G1