30 Anos de ministério na IEADERP

      Na comemoração dos 30 anos de ministério do pastor Antonio Silva Santana na IEADERP, prevista para acontecer nos dias 11 e 12 de janeiro de 2014 no Grande Templo, é importante relembrar alguns fatos interessantes nessas três décadas.

Você sabia?

     Que a Assembleia de Deus – Missão – Campo de Ribeirão Preto é uma das poucas igrejas administradas de maneira a ter o menor nível de dívida possível. É uma igreja com pouquíssimas dívidas e todas elas consideradas dívidas boas: uma gestão almejada por muitas empresas nacionais e multinacionais.

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29º festividade geral do Círculo de Oração da IEADERP, daqui a dois dias

     Faltam apenas dois dias para a abertura da 29º festividade das irmãs do Círculo de Oração da IEADERP, que ocorrerá no Templo Sede da igreja. Começará nesta sexta feira (25), em quatro dias de festa.

     Presença confirmada dos pastores Fabrício Miguel, de Fortaleza (Ceará), e Gilmar Fiúsa, de Santo Amaro (SP). Nosso tema em 2013 será: “A vitória é garantida quando Deus está no controle”.

     Local: Rua Álvares de Azevedo, 635 – Vila Tibério, em Ribeirão Preto (SP).

     Fortaleça esse evento. Una-se às pessoas que buscarão mais da presença de Deus nesses dias.

     Deus toca, a IEADERP promove e você participa.

     Esperamos você e sua família.

Pastor é reeleito para continuar à frente de Assembleia de Deus

Folha de S. Paulo

     O pastor José Wellington, 78, confirmou o favoritismo e foi reeleito nesta quinta (11) presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, principal entidade da maior denominação evangélica do país.

     Ele recebeu 9.003 votos contra 7.407 de seu adversário, Samuel Câmara, 56, de Belém (PA), que tentava pela terceira vez derrotar Wellington, há 25 anos no cargo e líder da Assembleia de Deus em São Paulo.

Adriano Vizoni-15.nov.11/Folhapress
Pastor José Wellington, líder da Assembleia de Deus
Pastor José Wellington, líder da Assembleia de Deus

     Dos cerca de 24 mil pastores que estavam credenciados para votar, apenas 17.075 de fato participaram da eleição, a maior da história da Convenção.

     Wellington ficará os próximos quatro anos à frente da entidade, ocupando um papel central no funcionamento da denominação –que, se contados seus diferentes ramos, tem 12,3 milhões de fiéis no país, segundo o Censo de 2010.

     Diferentemente do que ocorre em outras igrejas pentecostais, a Assembleia de Deus tem um funcionamento descentralizado e a influência do presidente da Convenção sobre a maior parte dos fiéis é indireta.

     Ele tem, no entanto. ascendência sobre os pastores e, devido ao cargo que ocupa, um canal privilegiado de diálogo com políticos de diferentes esferas.

FELICIANO

     Marco Feliciano (PSC-SP), o pastor da Assembleia e deputado que preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, esteve no local onde ocorreu a votação durante o final da manhã.

     Pressionado para deixar a comissão devido às declarações compreendidas como racistas e homofóbicas, ele foi tratado como celebridade pelos colegas, que o cercaram para tirar fotos.

     Ele já recebera da entidade uma moção de apoio –o encontro que culminou na eleição de hoje foi precedido de três dias de plenárias e cultos.

Matéria disponível em Folha de S. Paulo

Assembleia de Deus tem disputa ‘entre gerações’ nesta quinta

Folha de S. Paulo

     Maior denominação evangélica do país, a Assembleia de Deus realiza hoje em Brasília uma megaeleição para escolher a cúpula de sua principal entidade.

     Participarão aproximadamente 24 mil dos mais de 50 mil pastores da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, a mais tradicional da igreja –fundada em Belém em 1910.

     É o maior pleito de sua história, antecedido por três dias de plenárias e cultos lotados realizados num centro de eventos da capital.

    Foram necessárias 20 mil cadeiras para comportar o oceano de homens vestidos de terno com suas indefectíveis bíblias. Diante do esgotado sistema hoteleiro de Brasília, boa parte deles acampou em torno do local.

     A despeito da atenção recebida por estar no centro de uma onda de protestos há mais de um mês, Feliciano é considerado “peixe pequeno” na complexa política interna da entidade, comandada pelo aliado José Wellington, 78, da Assembleia em São Paulo, desde 1988.Entre os pastores está Marco Feliciano (PSC-SP), chefe da Catedral do Avivamento, deputado e presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, acusado de racismo e homofobia.

    Discreto, apoiado pela maior parte dos deputados ligados à denominação e cioso das antigas tradições da Assembleia de Deus, Wellington é tido como favorito para vencer a disputa.

     Seu concorrente, pela terceira vez, é Samuel Câmara, 56, líder de Belém que se apresenta como um reformador da igreja –quer o uso maciço da TV e o fim da reeleição para o cargo de presidente da convenção. Quem for eleito vai chefiar a entidade pelos próximos quatro anos.

     A disputa é acompanhada pelos 12,3 milhões de fiéis de diferentes ramos da Assembleia, que representam quase um terço de todos os evangélicos do Brasil. Desde 2000, esse rebanho cresceu 46%.

   Ser eleito presidente da Convenção Geral não significa, no entanto, influência direta sobre os fiéis. Diferentemente de algumas neopentecostais, como a Universal do Reino de Deus, que não realizam eleições e são normalmente ligadas a um único líder, a Assembleia tem uma estrutura descentralizada.

     O que está em jogo é a ascendência política e teológica sobre os pastores e o domínio da editora da Convenção, a Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), dona de um rendimento desconhecido publicamente, mas que se sabe ser vultoso.

    Esses fatores ajudam a explicar a disputa, que tem elementos de um pleito para cargo público: altos gastos com propaganda, acusações mútuas e uma agenda extenuante dos candidatos.

    “É uma guerra”, disse à Folha Câmara, que tem dormido três horas por noite nesta semana e começou a rodar o país há dois meses numa campanha que, segundo seu adversário, custou R$ 12 milhões –o que ele nega.

    Para os candidatos à presidência da convenção, não se trata de dinheiro, mas da busca de um “ideal”. “Esta é uma disputa geracional.”

 Matéria disponível em Folha de S. Paulo