Deputado quer que MP obrigue governo de SP a dar a ‘pílula do câncer’

FOLHA GOSPEL

O deputado estadual Rafael Silva (PDT) entra nesta terça-feira, 3, com representação na Procuradoria Geral de Justiça do Estado na tentativa de obrigar o Governo paulista a fornecer a fosfoetanolamina sinténtica a pacientes com câncer sem a necessidade de medida judicial. O pedido se baseia em lei federal que isenta de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) medicamentos novos, destinados a uso experimental, sob controle médico.

Cápsulas da substância são produzidas pelo Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, mas os pacientes precisam de liminar judicial para ter acesso ao produto, que não tem registro na Anvisa.

Representação com o mesmo teor será protocolada também na Procuradoria Regional da República da 3.ª Região, em São Paulo, tendo como foco o governo federal. De acordo com o parlamentar, a Lei 10.742 de 2003 dispõe que “estão isentos de registro os medicamentos novos, destinados exclusivamente a uso experimental, sob controle médico, podendo, inclusive, ser importados mediante expressa autorização do Ministério da Saúde”.

O líder do PDT na Assembleia paulista também dará entrada a projeto de lei dispondo sobre a distribuição gratuita da fosfoetanolamina sintética pelo governo estadual aos pacientes com câncer.

Silva, que também já propôs a abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar se houve omissão de autoridades no caso da fosfoetanolamina, espera que o Estado seja compelido a criar, de forma imediata, uma estrutura para a produção das cápsulas em grande escala.

Segundo ele, a Fundação para o Remédio Popular (Furp) mantém, em convênio com a Concessionária Paulista de Medicamentos, no município paulista de Américo Brasiliense, a 100 km de São Carlos, uma estrutura pronta para produção de remédios que abastecem o sistema público de saúde.

Ainda segundo o deputado, o escritório compartilhado das Nações Unidas em São Paulo receberá um pedido de intervenção do órgão no caso das cápsulas do câncer.
“A possível descoberta de uma substância que pode curar o câncer trará benefício para a população mundial”, disse.

Em Brasília, o parlamentar paulista pretende acionar a Organização Pan-Americana da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) – escritório regional para as Américas. “Já que as autoridades brasileiras não deram a devida atenção a esse assunto de extrema importância para a população de todo o mundo, vou acionar organismos internacionais que defendem os direitos humanos e da saúde”, afirmou.

Matéria completa disponível em Folha Gospel

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Dárcy segue em estado grave, porém estável, diz hospital de Brasília

A CIDADE

     A prefeita Dárcy Vera (PSD) permanece internada em estado grave, porém estável, na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Santa Luzia, em Brasília (DF). A informação consta no último boletim médico divulgado nesta quarta-feira (15), às 18h30.

     A prefeita teve de ser internada às pressas na tarde de terça-feira, em decorrência de pielonefrite (infeção renal) – quadro evolutivo de uma infecção urinária. “Dárcy Vera mantém sua pressão arterial com uso de medicações, mas respira sem necessidade de aparelhos”, consta em boletim médico. Segundo o médico Marcelo Maia, que assina a nota, a prefeita está consciente e orientada. Porém, não há previsão de alta.

     Em um boletim anterior, divulgado às 12h30 desta quarta, o mesmo médico informou que o estado clínico de Dárcy havia piorado na madrugada, com evolução para sepse – quando há infecção generalizada. Em entrevista à EPTV, o secretário da Saúde, Stênio Miranda, que acompanha Dárcy em Brasília desde quarta, negou qualquer infecção generalizada. “É um quadro de infecção. Classificado, sim, como grave, mas não é uma infecção generalizada. Não é uma septcemia. Não estamos numa situação dessa”, disse.

     Segundo Stênio, a permanência de Dárcy na UTI será avaliada depois de ela permanecer 48h após aplicação dos medicamentos, de acordo com a evolução do estado de saúde. “Nas primeiras 48h ela ficará no hospital. Até amanhã [quinta-feira, dia 16], no final da tarde, início da noite, permanecerá aqui”. O secretário diz que não há intenção para transferi-la de Brasília para Ribeirão. Dárcy foi transferida para a UTI, às 23h09 de terça-feira, e desde então o seu quadro de saúde piorou.

No Senado

     Em Brasília para participar de reuniões organizadas pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), a prefeita decidiu procurar atendimento médico enquanto aguardava para falar com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Uma assessora que acompanhava Dárcy em Brasília disse que ela começou a se sentir muito mal. O primeiro atendimento médico ocorreu na enfermaria do Senado. De lá, a prefeita foi levada para o Hospital Santa Luzia.

Prefeita passa uma madrugada bastante difícil

     A prefeita Dárcy Vera teve nesta quarta uma madrugada bastante difícil. Isso porque o estado de saúde dela só piorou desde quando deu entrada no Hospital Santa Luzia, às 17h30, de terça-feira. Pelo histórico relatado pelo médico Marcelo Maia, a prefeita deu entrada no hospital com febre, frequência cardíaca alta, com foco inflamatório presumido nas vias urinárias. Às 23h09, segundo boletim médico, Dárcy foi transferida para a UTI após a constatação de alteração em seu estado de saúde. “Posteriormente, à 1h, foi constatada uma piora em seu estado clínico, com evolução para sepse. Ainda, em um diagnóstico topográfico, foi apresentado pielonefrite [infecção no rim] localizada à direita”, consta em boletim.

     O primeiro médico a atender Dárcy no Senado foi o clínico e cardiologista Ivan Pereira Penna. Em entrevista ao A Cidade, ele disse que a prefeita procurou a enfermaria com febre e dores nas costas. “Suspeitamos de pielonefrite e a encaminhamos ao hospital com urgência.”

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Estado de saúde da prefeita Dárcy Vera é grave, informa assessoria

G1

     A assessora de gabinete de Dárcy Vera (PSD), Amanda Martins, confirmou na noite desta terça-feira (14) que o estado de saúde da prefeita de Ribeirão Preto (SP) é considerado grave. Segundo ela, a chefe do Executivo municipal, internada após uma indisposição durante visita a Brasília (DF), está com uma infecção generalizada e foi encaminhada para observação na UTI do Hospital Santa Luzia. A reportagem não conseguiu falar com a equipe do hospital até a publicação desta matéria.

     Em Brasília para participar da Frente Nacional dos Prefeitos, Dárcy tinha sido encaminhada para atendimento médico logo depois do almoço, em razão de uma suspeita de infecção urinária. Atendida inicialmente em um centro médico do Senado, a prefeita cancelou sua agenda política e foi transferida para o Hospital Santa Luzia após apresentar febre de 39 graus, alta frequência cardíaca, pressão baixa, dor de cabeça e calafrios, informou sua assessoria de gabinete. “Ela já não estava bem de manhã”, disse Amanda Martins.

     Desde então, o quadro clínico da prefeita se agravou, segundo Amanda, e Dárcy terá que ficar ao menos até quinta-feira (16) em observação. “A infecção foi para o sangue. Por conta disso, ela terá que ficar isolada na UTI pelas próximas 48 horas”, afirmou, por telefone, ao G1. De acordo com a assessora, Dárcy está consciente e está tomando antibióticos.

Matéria disponível em G1

Assembleia de Deus tem disputa ‘entre gerações’ nesta quinta

Folha de S. Paulo

     Maior denominação evangélica do país, a Assembleia de Deus realiza hoje em Brasília uma megaeleição para escolher a cúpula de sua principal entidade.

     Participarão aproximadamente 24 mil dos mais de 50 mil pastores da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, a mais tradicional da igreja –fundada em Belém em 1910.

     É o maior pleito de sua história, antecedido por três dias de plenárias e cultos lotados realizados num centro de eventos da capital.

    Foram necessárias 20 mil cadeiras para comportar o oceano de homens vestidos de terno com suas indefectíveis bíblias. Diante do esgotado sistema hoteleiro de Brasília, boa parte deles acampou em torno do local.

     A despeito da atenção recebida por estar no centro de uma onda de protestos há mais de um mês, Feliciano é considerado “peixe pequeno” na complexa política interna da entidade, comandada pelo aliado José Wellington, 78, da Assembleia em São Paulo, desde 1988.Entre os pastores está Marco Feliciano (PSC-SP), chefe da Catedral do Avivamento, deputado e presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, acusado de racismo e homofobia.

    Discreto, apoiado pela maior parte dos deputados ligados à denominação e cioso das antigas tradições da Assembleia de Deus, Wellington é tido como favorito para vencer a disputa.

     Seu concorrente, pela terceira vez, é Samuel Câmara, 56, líder de Belém que se apresenta como um reformador da igreja –quer o uso maciço da TV e o fim da reeleição para o cargo de presidente da convenção. Quem for eleito vai chefiar a entidade pelos próximos quatro anos.

     A disputa é acompanhada pelos 12,3 milhões de fiéis de diferentes ramos da Assembleia, que representam quase um terço de todos os evangélicos do Brasil. Desde 2000, esse rebanho cresceu 46%.

   Ser eleito presidente da Convenção Geral não significa, no entanto, influência direta sobre os fiéis. Diferentemente de algumas neopentecostais, como a Universal do Reino de Deus, que não realizam eleições e são normalmente ligadas a um único líder, a Assembleia tem uma estrutura descentralizada.

     O que está em jogo é a ascendência política e teológica sobre os pastores e o domínio da editora da Convenção, a Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), dona de um rendimento desconhecido publicamente, mas que se sabe ser vultoso.

    Esses fatores ajudam a explicar a disputa, que tem elementos de um pleito para cargo público: altos gastos com propaganda, acusações mútuas e uma agenda extenuante dos candidatos.

    “É uma guerra”, disse à Folha Câmara, que tem dormido três horas por noite nesta semana e começou a rodar o país há dois meses numa campanha que, segundo seu adversário, custou R$ 12 milhões –o que ele nega.

    Para os candidatos à presidência da convenção, não se trata de dinheiro, mas da busca de um “ideal”. “Esta é uma disputa geracional.”

 Matéria disponível em Folha de S. Paulo

Samuel Câmara faz críticas ao pastor José Wellington como presidente da CGADB

FOLHA GOSPEL

O pastor Samuel Câmara, da Assembleia de Deus de Belém do Pará, publicou recentemente um pequeno livro no qual fala da história e suas visões de futuro para a CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil).

Intitulado “Construindo o Futuro da CGADB”, o livreto “descreve perspectivas para o futuro e reflexões sobre a história e o presente da CGADB”, segundo informou Samuel Câmara em seu site. O pastor afirma ainda se tratar de um item de leitura obrigatória para todos os pastores da Igreja Assembleia de Deus.

O principal assunto tratado por Câmara no livreto foi a volta da rotatividade para o presidente da CGABD. Ele afirma que devem ser alteradas as regras referentes à permanência de membros da mesa diretora em seus cargos, de maneira a devolver “à CGADB a esperança, a vitalidade, a renovação e a integração nacional”.

– Vamos a Brasília votar num presidente para ficar 29 anos ou até se perpetuar na presidência, sem dar oportunidade a outros? Ou… Vamos a Brasília votar num presidente que abre mão de se perpetuar no cargo, devolvendo a oportunidade de renovação e esperança para futuros presidentes da CGADB? – questionou o pastor, criticando diretamente seu adversário político e atual presidente, José Wellington Bezerra da Costa.

As críticas ao pastor José Wellington são acentuadas na publicação, que ressalta, sobretudo, a renúncia do pastor ao cargo em 1989, o que, segundo Câmara, teria sido uma maneira de burlar o estatuto da Convenção e se manter no cargo.

– Pela primeira vez na história da CGADB, um presidente renunciou ao cargo numa manobra para burlar a proibição estatutária que vetava a reeleição. Três meses depois, ele mesmo estava concorrendo à reeleição em São Paulo. Daí, ficou fácil ferir a história, reformar várias vezes o Estatuto para ficar no poder até hoje e ainda estar buscando se reeleger pela 11ª vez – ressaltou Samuel Câmara.

Câmara é candidato à presidência da CGADB na próxima eleição da entidade, e usa o livreto também para criticar as políticas adotadas pela Convenção nos últimos 25 anos, período no qual esteve quase que inteiramente sob a liderança do pastor José Wellington.

– A História nos ensina que a permanência no poder de um único líder por muito tempo destrói a liderança das gerações seguintes. – afirmou Samuel Câmara.

A eleição acontece durante a Assembleia Geral Ordinária da Convenção, nos dias 8 a 12 de abril de 2013, na cidade de Brasília – DF.

Fonte: Gospel+

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