Paris retira carros das ruas e fecha avenidas por um dia

TERRA

Por um dia, o centro de Paris se tornou um oásis para pedestres. Uma iniciativa da prefeita Anne Hidalgo fechou muitos bairros da capital francesa para carros, das 11h às 18h (hora local), deste domingo (27/09).

As áreas sem tráfego também incluíram muitos pontos turísticos, como a Avenida Champs-Élysées, a Praça da República e da Bastilha e a área ao redor da Torre Eiffel e do Bosque de Boulogne, entre outros. Ônibus, ambulâncias, viaturas da polícia, carros de bombeiro, táxis e alguns veículos de entregas, no entanto, ainda foram permitidos.

A proibição afetou principalmente a parte central da cidade. O tráfego circulou em muitos outros bairros afastados. A polícia montou postos de controle para garantir a observância da proibição dentro da área estipulada.

Hidalgo afirmou querer provar que a cidade poderia continuar funcionando mesmo sem o tráfego de automóveis. O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e seus colegas de pasta de Bruxelas e Bristol estiveram presentes à abertura da iniciativa.

Matéria completa disponível em Terra

São Paulo é a 2ª cidade mais cara para se ter um carro

Diário do Grande ABC

     Levantamento feito pela Economist Intelligence Unit (EIU), braço de pesquisas da revista britânica The Economist, mostra que a cidade de São Paulo é a segunda mais cara para se ter um carro em um grupo de 14 metrópoles selecionadas.

     À frente de São Paulo está Xangai, na China. O levantamento leva em conta o preço dos veículos e os custos de manutenção. As cidades dos países emergentes estão nas primeiras colocações basicamente por causa do preço dos carros. Para efeitos de comparação, segundo o estudo, para se comprar um carro em São Paulo se gasta pelo menos três vezes mais que em Tóquio.

     Depois de São Paulo, aparece na terceira posição no ranking da Economist Intelligence Unit Nova Deli, na Índia, mais uma cidade de país emergente. Segundo a publicação, nestes países os itens de luxo importados pagam impostos muitos elevados, o que leva ao aumento nos preços. No caso das pesquisa foram usados veículos Mercedes e Audi, para permitir a comparação internacional.

     Já nos países ricos os custos com manutenção e combustíveis são mais pesados, pois os orçamentos das famílias estão mais apertados por conta da crise global.

     A EIU cita o caso da Grã Bretanha, onde desde 2007 os preços dos combustíveis tiveram reajuste de 50%. Londres ocupa a décima colocação no ranking. Roma, capital italiana, ocupa o quarto lugar. Já o menor custo é registrado em Zurique, na Suíça.

     As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Matéria disponível em Diário do Grande ABC

Inflação é maior para dono de carro do que para passageiro de ônibus

UOL ECONOMIA

     A inflação nos últimos meses tem pesado mais no bolso de quem tem carro do que no de quem anda de transporte público, conforme indicam dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

     Se por um lado ficou mais fácil comprar um automóvel (o preço do veículo zero caiu 4% em um ano, enquanto o do usado recuou 10%), por outro ficou mais difícil mantê-lo, e não apenas por causa do recente aumento da gasolina anunciado pela Petrobras.

    O preço do estacionamento, por exemplo, subiu 10% nos últimos 12 meses, e o do seguro, 6%. Já as passagens de ônibus urbano e de metrô aumentaram 3% cada.

Matéria completa disponível em UOL ECONOMIA