Implante de chip na mão é “sensação” na Austrália

GOSPEL PRIME

A Austrália pode se tornar o primeiro país no mundo a oferecer implantes de microchip em larga escala para sua população. Desde 2010, o governo do país analisa um plano potencial de usar chips RFID para modernizar seu sistema de saúde.

Este ano, a ideia parece ter começando a se popularizar, contudo a motivação não é resultado de uma campanha do governo. Através de propagandas que tentam mostrar como os microchips implantados na pele trazem vantagens, a procura espontânea aumentou.

O NEWS.com.au publicou recentemente um artigo intitulado “Australianos abraçam a tecnologia de microchip para serem super-humanos”.

Segundo o site, um dos mais importantes do país, centenas de australianos estão querendo se beneficiar da oportunidade de abrir portas, ligar luzes e acessar computadores apenas com um aceno de mão.

A “garota propaganda” é Shanti Korporaal, de Sydney, que implantou dois chips diferentes, do tamanho de um grão de arroz, um em cada mão. Em uma delas tem o controle de portas e portões, não precisando mais de chaves e senhas para acessar o computador ou o celular.

Até sua Vespa ela adaptou para funcionar com o programa. Na outra mão, o implante funciona como um cartão de visita, além de se comunicar com o smartphone, permite a geolocalização e armazena dados médicos complexos.

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Orçamento prevê salário mínimo de R$ 945,80 no próximo ano

VERDADE GOSPEL

O salário mínimo para o ano que vem ficará em R$ 945,80, anunciou há pouco o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. O valor consta do projeto do Orçamento Geral da União de 2017, enviado nesta quarta-feira (31) pelo governo ao Congresso Nacional.

A proposta foi entregue por Oliveira e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL). O texto foi enviado ao Congresso logo após a cerimônia de posse do presidente Michel Temer, no Senado.

Os demais parâmetros para a economia no próximo ano, que haviam sido divulgados pela equipe econômica no último dia 17, foram mantidos. A estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 4,8% para 2017.

A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos em um país) ficou em 1,6%. O projeto prevê taxa de câmbio média de R$ 3,40 no dólar para o próximo ano, contra R$ 3,50 em 2015, e de taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada de 12,1% ao ano em 2017, contra 14% neste ano.

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Bolsa Família pode ter corte de 10% de beneficiários

TERRA

As revisões de atos da gestão da presidente afastada Dilma Rousseff pelo governo interino de Michel Temer continuam. Segundo reportagem do jornal O Globo , o Bolsa Família poderá ter o número de beneficiários reduzido em até 10%.

De acordo com projeções do ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, as mudanças no programa social incluem um aprimoramento na fiscalização, para saber se as famílias beneficiárias cumprem as condições para receber o auxílio. Estudos realizados pelo governo de Temer estimam que 10% dos atendidos estão fora dos critérios.

Outra pasta que segue com revisões é o Ministério da Educação e Cultura. De acordo com informações do jornal, o ministro Mendonça Filho recebeu a ordem para revisar todos os decretos publicados nos últimos 30 dias pelo ex-ministro Aloizio Mercadante.

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Governo edita MP que reduz jornada de funcionários de empresas em crise

VERDADE GOSPEL

   O Governo Federal enviou ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (6) uma medida provisória (MP) que permite que empresas com dificuldades financeiras temporárias reduzam a jornada de trabalho dos funcionários. O Programa de Proteção ao Emprego (PPE) propõe diminuir em até 30% as horas de trabalho, com redução proporcional do salário pago pelo empregador.

   A diferença do salário será parcialmente compensada pelo governo, que vai pagar ao trabalhador 50% da perda, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) – fundo que já está deficitário. Essa compensação está limitada a R$ 900,84, correspondente a 65% do valor do maior benefício do seguro-desemprego, hoje em R$ 1.385,91.

   Assim, pelas regras, um trabalhador que receba R$ 5 mil por mês e entre no PPE passará a receber R$ 4,25 mil com a redução de 30% da jornada, sendo que R$ 3,5 mil serão pagos pelo empregador e R$ 750 pagos com recursos FAT.

   A MP deve ser publicada na terça-feira (7), segundo o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa,  e começa a valer imediatamente, mas tem 15 dias para ser regulamentada e começar a produzir efeitos. A medida precisa ser aprovada pelo Congresso em 60 dias (prorrogáveis por mais 60) para não perder a validade.

   “O programa é destinado a proteger empresas de setores atingidos por uma crise de produção e de vendas”, disse o secretário geral da Presidência, Miguel Rossetto. “É um programa ganha-ganha”.

   As empresas terão até o final do ano para aderir ao programa. Segundo o governo, o objetivo é manter os empregos e preservar o saldo doFGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) do trabalhador, preservando todos os benefícios trabalhistas, inclusive o seguro-desemprego.

   Estima-se que o programa vai gerar um custo de R$ 100 milhões em 2015 e preservar o emprego de 50 mil trabalhadores com salário médio de R$ 2,2 mil. Segundo o governo, a medida estimula a produtividade com o aumento da duração do vínculo trabalhista e fomenta a negociação coletiva.

   O PPE é uma alternativa ao layoff (suspensão temporária do contrato de trabalho para requalificação profissional), em que o trabalhador perde o vínculo empregatício.

   “Ele está sendo adotado agora porque é um programa de proteção ao emprego em momentos de redução temporária no nível de atividade. Antes tínhamos redução do desemprego”, afirmou o ministor do Planejamento, Nelson Barbosa, ao ser questionado sobre por que a proposta só veio agora, mesmo sendo uma demanda dos sindicatos desde 2012.

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MEC cria regra para inibir faltas no Enem e aumenta taxa de inscrição

CORREIOS 24 HORAS

O Ministério da Educação (MEC vai criar regras para inibir o alto índice de faltas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, a taxa de inscrição no exame vai praticamente dobrar. As medidas surgem na esteira do reajuste fiscal do governo e do esforço da pasta para diminuir gastos.

As alterações devem ser comunicadas amanhã em Brasília, mas até esta quarta-feira, 13, não havia confirmação oficial sobre as novas regras. A nova taxa de inscrição deve ser de R$ 63. Desde 2004, o ministério cobra R$ 35. Mesmo depois de o exame ser transformado em vestibular para as universidades federais, em 2009, o valor não havia sido alterado.

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Para ajudar no superávit, governo tenta segurar R$ 1,32 bi do PIS

O GLOBO

   Com dificuldade para cumprir a meta de superávit do ano, o governo tenta fazer caixa com um dinheiro destinado aos trabalhadores mais pobres: o abono salarial (PIS). O benefício, no valor de um salário mínimo (R$ 724), é pago todo ano aos trabalhadores que recebem até dois salários. O prazo para o recebimento do abono encerra no dia 30 de junho. Em anos anteriores, o governo fez campanhas publicitárias para alertar as pessoas a procurarem as agências da Caixa Econômica Federal e sacar o dinheiro dentro do prazo. Este ano, em março, o Ministério do Trabalho iniciou os preparativos da campanha publicitária, mas ela foi suspensa. De acordo com integrantes do governo, a orientação partiu do Ministério da Fazenda e o objetivo é reservar os recursos para compor o superávit primário, economia que o governo faz para o pagamento dos juros da dívida.

   Segundo o Ministério do Trabalho, há ainda 1,83 milhão de beneficiários que não sacaram o abono, o que equivale a uma quantia de R$ 1,32 bilhão. Tem direito ao abono, quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos um mês no ano anterior ao do pagamento. Para isso, é preciso estar inscrito no cadastro do PIS há pelo menos cinco anos.

   Consultado no mês passado sobre o tema, o Ministério do Trabalho confirmou que não havia campanhas previstas e que “estudava a produção de uma campanha publicitária sobre o tema, observando os limites orçamentários”. Integrantes do Palácio do Planalto, no entanto, confirmaram que não haverá campanha. Se os saques não forem feitos até junho, o recurso volta para o Tesouro e só pode ser retirado mediante decisão judicial.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/para-ajudar-no-superavit-governo-tenta-segurar-132-bi-do-pis-12504897#ixzz31t9Tk7jz

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Protestos em Ribeirão Preto e região

A CIDADE

PM estima em 25 mil os manifestantes em Ribeirão Preto

A PM (Polícia Militar) estima entre 20 e 25 mil pessoas no protesto que ocorreu na noite desta quinta-feira (20), em Ribeirão Preto.

     A informação foi passada pelo tenente coronel da PM, Renato Armado Alves, que considera o movimento pacífico. Houve a pichação de um canteiro de flor na praça em frente ao Palácio Rio Branco e a apreensão de um facão com um homem que não fazia parte do movimento, segundo a polícia.

     Os manifestantes se dividiram no cruzamento das avenidas Independência e Nove Julho, onde inicialmente terminaria o protesto. Parte ficou no local e aproximadamente 5 mil pessoas caminham em direção à avenida Professor João Fiúsa, área nobre na zona Sul da cidade. Os manifestantes gritam palavras de ordem em todo o manifesto pela redução das tarifas de ônibus.

     Toda vez que uma bomba explode na manifestação, os manifestantes vaiam e pedem paz.

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Manifestação reúne 2 mil pessoas pelas ruas de Sertãozinho

Caras pintadas de verde e amarelo, cartazes com frases de protesto, máscaras, bandeiras do Brasil e muita reivindicação, tudo isso esteve presente nesta quinta-feira (20), em Sertãozinho, onde manifestantes também foram para a rua. O ato teve início às 19h e os manifestantes percorreram toda a região central de forma pacífica. De acordo com a PM (Polícia Militar), aproximadamente 2 mil pessoas estiveram presentes.

Além da PM, a Guarda Civil Municipal (GCM) deu apoio para controlar o trânsito pelas ruas que o grupo passou. A concentração ocorreu na Praça 21 de Abril, bem no Centro da cidade, e ao som de músicas de protesto dos anos 80 se deu início à passeata.

O trajeto oficial, definido pela organização e combinado previamente com as autoridades policiais, seria percorrer a rua Barão do Rio Branco até a rua Expedicionário Solano, de lá, retornar pela rua Aprígio de Araújo até a praça.

No entanto, a maior parte do grupo resolveu estender o manifesto e caminhou até a avenida Antônio Paschoal. Mesmo assim, a passeata seguiu tranquila, apenas com modificações do bloqueio no trânsito.

Entre as principais reivindicações nas faixas, cartazes e gritos estavam a luta contra a aprovação da PEC 37, contra a corrupção, passe livre e melhorias na saúde.

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Cristão morre após ter tratamento médico negado

Folha Gospel

     Belay Gebrezgi Tekabo faleceu no Campo Militar Ala, na Eritreia. Ele foi preso e levado ao campo de treinamento em abril do ano passado. Seus crimes foram orar e ler a Bíblia.

Tekabo foi condenado e sofreu graves punições, no campo militar, unicamente por conta de suas atividades religiosas. Aos trinta anos, ele foi diagnosticado com leucemia – seis meses antes de sua morte – mas funcionários da prisão afirmaram que o cristão só poderia receber o tratamento da doença (no hospital da cidade de Dekemhare), se ele assinasse uma declaração de retratação.

Através de fontes locais, a Portas Abertas foi informada que cerca de 45 cristãos são mantidos em circunstâncias terríveis, semelhantes às quais Tekabo foi submetido. Eles estão sofrendo porque não estão dispostos a negar a sua fé em Jesus e interromper suas práticas religiosas.

A Portas Abertas também recebeu relatórios que indicam o apoio e o investimento do governo da Eritreia a uma extensa campanha, que teve início no começo do ano, de prisão aos cristãos.

Em março, policiais prenderam 17 cristãos que participavam de uma reunião protestante, na cidade de Keren. O grupo inclui seis mulheres. Todos estão mantidos na Delegacia de Polícia de Keren. Embora seja comum os membros da família levarem comida aos parentes que estão detidos, os oficiais não permitem que qualquer pessoa visite o grupo.

A perseguição às igrejas não reconhecidas oficialmente continua forte. O governo exige que os grupos religiosos se registrem, mas não aprova nenhum registro, desde 2002; mais de 2.800 cristãos estão na prisão.

Fonte: Portas Abertas Internacional

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Governo autoriza reajuste de até 6,31% no preço de remédios

FOLHA DE S. PAULO

     O governo autorizou nesta quinta-feira (4) o reajuste de até 6,31% no preço dos medicamentos. A alta no preço depende da categoria dos remédios.

      Para os de nível 1 (medicamentos em que a participação de genéricos no mercado é igual ou superior a 20%), o reajuste máximo será de 6,31%.

      Para os de nível 2 (medicamentos com participação de genéricos entre 15% e 20%), o reajuste máximo será de 4,51%.

     Para os de nível 3 (medicamentos com participação de genéricos abaixo de 15% do mercado), o reajuste máximo será de 2,70%.

     O reajuste foi autorizado pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) e publicado no “Diário Oficial da União” de hoje.

     Em 2012, o reajuste autorizado pelo governo para medicamentos vendidos em todo o país chegou a 5,85%.

    Segundo o Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo), se todos os medicamentos forem reajustados pelos índices máximos autorizados, o aumento médio ponderado será de 4,59%.

INFLAÇÃO

     A entidade criticou o reajuste, dizendo que o percentual é baixo e não repõe as perdas para a inflação. “Mais uma vez, o governo aplicou um discutível cálculo de produtividade que reduz o índice de reajuste e prejudica muitas empresas, ao impedi-las de repor o aumento de custos de produção do período”, informou o Sindusfarma, em nota.

     As indústrias de produtos farmacêuticos em São Paulo diz que, em 2012, os medicamentos subiram em média 4,11% e a inflação, 5,84% segundo o IPCA (índice de inflação oficial do governo, medido pelo IBGE).

RENTABILIDADE

     “Desde 2011, a indústria farmacêutica enfrenta fortes pressões de custo, principalmente com pessoal, insumos e matérias-primas”, diz o Sindusfarma. “Até agora, o setor absorveu esse impacto, mas em contrapartida experimentou queda de rentabilidade.”

     O setor diz que “a continuidade dessa situação vai afetar a saúde financeira das empresas, podendo comprometer o lançamento de produtos e os investimentos necessários ao desenvolvimento de medicamentos inovadores”.

Matéria disponível em Folha de S. Paulo