Serasa permite consulta gratuita e completa do CPF pela internet por Redação Com Agências

R7

Desde a última sexta-feira (8) os consumidores têm a oportunidade de consultar se o CPF está regularizado no portal do  SerasaConsumidor. No serviço, que é gratuito, o consumidor pode descobrir suas pendências relativas a débitos como valores e a data de vencimento.

A consulta também pode ser feita através do aplicativo, que até o momento só está disponível para Android.

O site disponibiliza ainda informações detalhadas sobre os credores, como endereço, telefone, e-mail entre outras. No portal o consumidor também poderá renegociar a dívida através do serviço Limpa Nome Online, também da Serasa e gratuito, ou diretamente com o credor.

O SerasaConsumidor também permite fazer a abertura do Cadastro Positivo, que apresenta o histórico de pagamento do cidadão para acompanhar a pontualidade do pagamento de parcelas vencidas e acompanhar o risco de superendividamento.

Ainda é possível alertar sobre documentos e cheques roubados no portal.

Para acessar o serviço, basta criar uma conta ou fazer o login, caso já tenha registro, no site ou aplicativo.

Matéria disponível em R7

Feirão na internet ajuda consumidor a limpar o nome a partir de hoje

   UOL

   A Serasa Experian promove, a partir desta segunda-feira (7), um feirão online para ajudar os consumidores endividados a limpar o nome. O evento vai até 17 de abril e a participação é gratuita.

   Neste primeiro dia de feirão online, o site da Serasa apresenta lentidão. A empresa diz que o grande número de acessos causa o problema, e sugere que o consumidor continue tentando.

   Mais de 90 empresas, entre bancos, prestadoras de serviços e redes varejistas, participam da ação, segundo a Serasa Experian.

   Entre as participantes, pelo menos 36 prometem oferecer condições especiais de negociação durante o feirão, como descontos e parcelamentos. Nessa lista estão, entre outras, Anhanguera Educacional, Bradesco, Casas Bahia, CPFL, HSBC, Pernambucanas e TIM. Os descontos serão definidos caso a caso.

Consumidor precisa fazer cadastro

   O consumidor que quiser negociar as dívidas online deve entrar no site do feirão e preencher um cadastro.

   Nesta segunda-feira (7), o site apresentou lentidão em vários momentos do dia. Em nota, a Serasa Experian informou que “a área de cadastro do Feirão Limpa Nome Online da Serasa Experian está enfrentando lentidão devido ao alto volume de acessos simultâneos” e que que a empresa estava “trabalhando para normalizar os acessos”.

   Depois que fizer o cadastro, o consumidor será direcionado a uma página onde estarão relacionadas todas as empresas com as quais ele possui dívidas em aberto.

   Ao clicar no nome da empresa, ele terá acesso ao histórico da dívida que está no cadastro da Serasa. Em alguns casos, o boleto para pagamento será oferecido diretamente na página. Em outros, ele terá de entrar em contato com a empresa por chat, e-mail ou telefone.

   A Serasa Experian aconselha que, antes de negociar, o consumidor faça as contas para saber a prestação que caberá no seu bolso, lembrando de eventuais compromissos financeiros já assumidos.

Matéria extraída em Uol

Câmara debaterá banda larga como direito fundamental do cidadão

FOLHA GOSPEL

     A Câmara dos Deputados decidiu, depois de um ano, instalar a Comissão Especial que irá analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº 479/10), de autoria do deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), que pretende “incluir o acesso à Internet em alta velocidade entre os direitos fundamentais do cidadão”.

A sessão de instalação desta comissão e a escolha dos membros titulares e suplentes está marcada para a próxima quarta-feira(17/07).

“A importância do uso da internet como vetor da aceleração do desenvolvimento das nações já é corroborada inclusive pelas organizações internacionais de maior credibilidade. Segundo estudo divulgado recentemente pelo Banco Mundial, um aumento na penetração da banda larga de 10% tem o potencial de alavancar um acréscimo de 1,3% no PIB do país”, destacou o parlamentar em sua justificativa.

Para o deputado, não obstante as iniciativas do governo federal, como os programas da internet nas escolas e o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) estarem surtindo os efeitos desejados de universalização da rede mundial de computadores no Brasil, a “escassez de mão-de-obra capacitada para lidar com as ferramentas da informática acarreta prejuízos irreparáveis à sociedade brasileira, em virtude da inibição do crescimento das atividades econômicas intensivas em tecnologias da informação”.

Sebastião Rocha é da opinião que a demanda da população por uma Internet de alta velocidade é maior que execução dos programas governamentais de estímulo ao acesso à rede. “É imprescindível que o direito de dispor do serviço de banda larga deixe de ser considerado uma mera ação de Governo para se transformar em política prioritária de Estado”, argumentou.

Fonte: Convergência Digital

Matéria disponível em Folha Gospel

Venda de produto pela internet vai ter de oferecer assistência técnica

Folha de S. Paulo

     Quem vender produto quebrado pela internet terá de oferecer assistência técnica ao comprador, e quem prestar informação errada em transações virtuais pode ter de devolver o dinheiro.

     Isso é o que prevê o decreto que regulamentará o comércio eletrônico no Brasil, uma das ações do pacote que a presidente Dilma Rousseff lança hoje para defender o consumidor brasileiro.

     O comércio virtual, uma das modalidades de consumo que mais têm crescido, não tem hoje uma legislação exclusiva para garantir os direitos do consumidor.

    Os principais focos do decreto são: forçar a prestação de informações claras ao comprador, exigir cumprimento de prazos para entrega e fixar regras claras de pós-venda, como tempo de garantia e troca de produto com defeito.

    Ou seja: incluir o comércio virtual nas normas do Código de Defesa do Consumidor, com punições para quem não honrar as obrigações.

    Quem fizer venda pela internet também ficará obrigado a oferecer um canal de informação pelo qual o consumidor pode entrar em contato, além de informar o prazo para a resposta e a solução dos problemas. Na avaliação do governo, além de resolver um vazio legal, é preciso preparar um mercado que registra crescimentos exponenciais. Segundo pesquisa do Ibope do fim do ano passado, há 94 milhões de internautas no país, incluindo adolescentes e crianças.

    Entre as propostas que vem sendo discutidas internamente no governo nas últimas duas semanas, estão também medidas para proteger mais os clientes de bancos e de companhias aéreas, além dos usuários de telefonia e de planos de saúde.

     O objetivo é obrigar empresas a melhorar a qualidade do serviço no país justamente em setores com altos índices de reclamação.

    No caso dos clientes bancários, uma das propostas discutidas prevê a definição de regras claras para migração de empréstimos consignados entre
os bancos, impedindo que uma instituição se recuse a fazer a transferência para uma segunda.

   Além disso, foram apresentadas sugestões para punição de bancos que concedem empréstimos a clientes que estão superendividados e maior fiscalização para cumprimento de normas já fixadas, como a que determina a divulgação do custo efetivo pago pelo cliente ao tomar um empréstimo.

Matéria disponível em Folha de S. Paulo

Mercado de aulas de reforço pela internet está em crescimento

Há empresas que já têm um milhão de alunos.
Alunos recebem tratamento individual.

Sandra Passarinho – Rio de Janeiro, RJ

Pode parecer uma aula convencional, mas o professor só está presente na tela do computador. Estudar online é uma rotina para Murilo Augusto Baldasso e Souza desde o ano passado, que se prepara para fazer de novo o vestibular e comprou um pacote de aulas para o ano todo.

“Na internet, parece que é um jeito mais rápido, que as coisas estão lá e a matéria é dada de uma maneira mais dinâmica, mais interativa. Está sendo muito importante para mim porque serve como complemento das aulas que eu vejo na escola mesmo”, afirma Murilo, aluno do site Descomplica.

A educação é que sai ganhando quando o ensino em sala de aula e o ensino online se complementam. No momento, o mercado virtual de educação está em alta. Uma empresa criada há pouco tempo já conseguiu uma clientela com cerca de um milhão de alunos.

A página foi criada em 2011 e tem mais de 2 mil vídeo-aulas de temas diferentes disponíveis. Cinthia Gaban percebeu o potencial dessa área quando precisou tirar uma dúvida urgente. Ela e a amiga Érica criaram um site que localiza professores em poucos minutos. As aulas são em tempo real e funcionam em um sistema pré-pago.

“Se ele comprou, vamos supor, 60 minutos em pacotes de aulas, ele pode usar 15 minutos hoje para resolver uma dúvida que ele tem em matemática. Amanhã, ele tem uma dúvida em história, pode conversar com um professor de história. O nosso foco é ser personalizado. É uma aula particular da sua casa. A diferença é que você está na tela do seu computador e você está vendo o professor da tela do computador dele”, afirma Cinthia, criadora do site Professores de Plantão.

Personalizar o serviço também é a estratégia de outro site. O aluno responde a um questionário, baseado no Enem, e recebe um diagnóstico que mostra em quais matérias ele precisa de reforço e como deve estudar. Por enquanto, o sistema só está disponível para escolas públicas e particulares.

No ano passado, 180 mil alunos em todo o país passaram pela avaliação, mas a ideia é tornar o negócio acessível para todos. “É como se você tivesse um professor particular, que entende as suas dificuldades, que entende as suas limitações, que conhece a forma que você aprende melhor, só que em larga escala, podendo atingir um número muito grande de pessoas. É isso que a tecnologia permite”, diz o fundador do site Geekie, Claudio Sassak.

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