Implante de chip na mão é “sensação” na Austrália

GOSPEL PRIME

A Austrália pode se tornar o primeiro país no mundo a oferecer implantes de microchip em larga escala para sua população. Desde 2010, o governo do país analisa um plano potencial de usar chips RFID para modernizar seu sistema de saúde.

Este ano, a ideia parece ter começando a se popularizar, contudo a motivação não é resultado de uma campanha do governo. Através de propagandas que tentam mostrar como os microchips implantados na pele trazem vantagens, a procura espontânea aumentou.

O NEWS.com.au publicou recentemente um artigo intitulado “Australianos abraçam a tecnologia de microchip para serem super-humanos”.

Segundo o site, um dos mais importantes do país, centenas de australianos estão querendo se beneficiar da oportunidade de abrir portas, ligar luzes e acessar computadores apenas com um aceno de mão.

A “garota propaganda” é Shanti Korporaal, de Sydney, que implantou dois chips diferentes, do tamanho de um grão de arroz, um em cada mão. Em uma delas tem o controle de portas e portões, não precisando mais de chaves e senhas para acessar o computador ou o celular.

Até sua Vespa ela adaptou para funcionar com o programa. Na outra mão, o implante funciona como um cartão de visita, além de se comunicar com o smartphone, permite a geolocalização e armazena dados médicos complexos.

Matéria disponível em Gospel Prime

Médicos implantam mão de paciente na perna por 1 mês

TERRA

   Em um hospital de Changde, os médicos se disseram incapazes de reimplantar a mão e o encaminharam a um hospital maior, em Changsha.

  Os cirurgiões afirmaram que poderiam fazer a cirurgia, mas não no momento devido aos ferimentos do chinês. Eles então implantaram a mão na perna do paciente para que ela não morresse.

    “Seus ferimentos eram graves. Nós claramente tínhamos que tratar os ferimentos antes de fazer a cirurgia”, diz um dos médicos ao jornal.

    Um mês depois, Wei tinha se recuperado o suficiente para passar pela cirurgia. Apesar do sucesso do reimplante, ele ainda precisará de outras cirurgias. Os médicos, contudo, estão confiantes de que ele se recuperará plenamente.

Matéria disponível em: Terra

Estudante inglês testa mão biônica programada por celular

MSN

     Um estudante inglês de 16 anos está testando uma prótese eletrônica na mão esquerda que pode ser programada por um aplicativo de iPhone. O programa tem ícones para combinar os dedos de 24 maneiras diferentes, imitando gestos simples, como manter apenas o indicador levantado ou deixar a mão em um modo mais adequado para digitar teclas de computador. Ao clicar nesses ícones, a mão se movimenta sozinha.

     Desde fevereiro de 2012, Patrick Kane, o garoto da mão biônica, já usava um modelo avançado de prótese, chamado i-Lamb Ultra – eletrodos da prótese detectavam a eletricidade dos músculos do rapaz quando ele pensava em fechar a mão, por exemplo, e as funções que agora estão no aplicativo também podiam ser programadas, mas usando um computador. Ele chegou a carregar a tocha olímpica da Olimpíada de Londres, em julho, com a mão.

     Segundo informações do fabricante da prótese, o rapaz trocou de equipamento neste mês e está testando a mão programada pelo telefone, chamada i-Limb Ultra Revolution, que, além da programação pelo smartphone, também tem o polegar mais flexível. Os movimentos facilitam gestos como segurar um lápis, um mouse de computador e amarrar cadarços do tênis.

    O garoto perdeu a perna direita, abaixo do joelho, as pontas de todos os dedos da mão direita e a mão esquerda ainda com nove meses de idade – após ficar três meses internado na UTI – por causa de uma versão virulenta de meningite. Ele passou a usar próteses eletrônicas aos 13 anos, em 2010.

    Como qualquer prótese, os equipamentos são fabricados sob medida para cada paciente. Na Inglaterra, um outro homem que não tem as duas mãos também está testando as próteses programadas pelo iPhone. Uma é ajustada para segurar melhor o telefone, fechando mais o dedo mínimo e flexionando o indicador.

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