Rachel Sheherazade desafia ativistas contra Marco Feliciano a imitarem evangélicos e protestarem contra mensaleiros

GOSPEL MAIS

      A jornalista Rachel Sheherazade, âncora do telejornal SBT Brasil, voltou a criticar a corrupção e os ativistas sociais que protestaram contra o pastor Marco Feliciano (PSC-SP).

     Em seu comentário do último dia 17 de abril, Rachel desafiou os “ativistas anti-Feliciano” a protestarem contra a “bancada mensaleira”, formada pelos deputados João Paulo Cunha e José Genoíno, ambos do PT de São Paulo e condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo conhecido como mensalão.

     A fala da jornalista se deu ao comentar os protestos feitos por evangélicos durante uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da qual os dois deputados condenados fazem parte.

     O protesto, realizado pacificamente, foi usado pelo pastor Silas Malafaia como motivo de crítica aos ativistas gays, que ironizou os manifestantes contra o pastor Feliciano ao dizer que a manifestação evangélica havia sido “civilizada”.

     Rachel Sheherazade ressaltou que nenhum movimento social, até aquela data, havia protestado contra os parlamentares condenados num dos maiores casos de corrupção recente.

     “Enquanto os holofotes miram Feliciano, os mensaleiros José Genoíno e João Paulo Cunha continuam em cena, atuando tranquilamente na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Tomaram posse faz tempo. Mas até ontem, nenhum protesto, nenhum bate boca, nenhuma passeata, nenhum beijaço de artistas. E finalmente, alguma objeção, hoje: a dos evangélicos. E onde estavam os ativistas dos direitos humanos? Deveriam ter engrossado o coro dos descontentes contra a ‘bancada mensaleira’. Eu conclamo agora, os apaixonados ativistas anti-Feliciano a promover também um beijaço, a fazer também um barraco, a pintar a cara e gritar bem alto: fora mensaleiros, vocês não representam o Brasil”, disse a jornalista.

Confira a matéria e o vídeo em Gospel Mais

Conselho de igrejas volta a pedir a saída de Feliciano

FOLHA GOSPEL

     Em nova nota, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs diz que presidente da CDH abre precedente perigoso com reuniões a portas fechadas e prisão de manifestante.

Um mês após divulgar moção de repúdio à eleição do deputado Pastor Marco Feliciano(PSC-SP) como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) voltou a pedir a saída dele do cargo neste domingo (7). Para o conselho, formado pelas igrejas Católica Apostólica Romana, Episcopal Anglicana do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Sirian Ortodoxa de Antioquia e Presbiteriana Unida, Feliciano não tem legitimidade para ocupar o cargo, paralisa os trabalhos da comissão e censura manifestantes ao determinar a realização de reuniões fechadas para fugir de protestos. “Quem perdeu até agora foi a sociedade brasileira”, diz o grupo, ao avaliar o primeiro mês de gestão do deputado. Veja a íntegra da nova nota do Conic.

Na nota, o Conselho afirma que o deputado gostou da “exposição midiática” que tem recebido desde que foi indicado para comandar a comissão e, por isso, resiste a deixar a presidência do colegiado. O Conic diz que os procedimentos adotados por Feliciano no comando da CDH, como a prisão de manifestante e a realização de reuniões sem a participação do público, abrem um “precedente perigoso” e remetem a “tempos obscuros e arbitrários” da história política do país, quando os direitos humanos só podiam ser discutidos “a portas fechadas”.

“Uma CDHM presidida por alguém que pratica a censura de manifestantes, que buscou realizar reuniões a portas fechadas, constitui um ataque à própria natureza e essência desta comissão. Como Conic, reafirmamos nosso repúdio a esta conjuntura que compromete a legitimidade da representação política da sociedade civil”, afirma a entidade.

     Desde que foi indicado para o cargo pelo PSC, Marco Feliciano (foto) tem enfrentado uma série de pressões para deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos. Ele é acusado de dar declarações racistas e homofóbicas. Pastor e fundador da Igreja Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, ele diz que não renunciará ao comando da CDH em hipótese alguma. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), marcou para esta semana reunião de líderes partidários com o deputado. A intenção é convencê-lo a deixar o cargo para amenizar o desgaste que a Casa está sofrendo desde sua indicação.

Em nota divulgada no dia 10 de março, o Conic já pedia a saída do deputado. “Considerando o corolário de nossa missão, à luz dos valores que a inspiram, e as manifestações de diversos segmentos da sociedade brasileira, expressamos nosso repúdio ao processo que levou à escolha do deputado Marco Feliciano (PSC), o qual, por suas declarações públicas, verbais e escritas de conteúdo discriminatório, de cunho racista e preconceituoso contra minorias, pelas quais responde a processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal”, afirmou o conselho em março.

Fonte: Jornal Extra de Alagoas

Matéria Disponível em Folha Gospel

Cantora Daniela Mercury assumiu relacionamento homossexual e criticou Marco Feliciano

GOSPEL PRIME

     Na noite desta quarta-feira (3) a cantora Daniela Mercury assumiu relacionamento gay com a jornalista baiana Malu Verçosa. Mercury publicou uma foto no Instagram e, de Portugal, fez declarações se referindo a Marco Feliciano.

     “Sou apaixonada por Malu, pelo Brasil, pelas liberdades individuais. Eu acho que conquistas a gente não pode esquecer. Não podemos andar para trás, como os ‘felicianos’ da vida!”, disse.

     As declarações foram publicadas na rede social. Mercury também afirmou que Malu agora é sua “esposa, sua família e inspiração pra cantar”. A cantora baiana se separou recentemente do empresário Marco Scabia.

“Beijaço” contra Marco Feliciano

     Representantes de peso da classe artística se manifestaram contra a permanência do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no comando da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

     A atriz Fernanda Montenegro, de 83 anos, deu um beijo na boca da também atriz Camila Amado,  de 77. Além das atrizes, os atores Tonico Pereira, 65, e Ricardo Blat, 63, também se beijaram.

    A onda de beijos entre artistas do mesmo sexo continuou. Bruno Gagliasso postou uma foto no Instagram dando um selinho no colega Matheus Nachtergaele.

 Material disponível em GOSPEL PRIME

 

 

Pastor diz que não recuará e prega combate a projeto sobre homofobia

FOLHA DE S. PAULO

     Quatro dias depois de ser eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou, em culto de sua igreja evangélica, que seus fiéis precisam combater o projeto de lei que torna crime a homofobia. Avisou ainda que não vai recuar de suas opiniões polêmicas.

   O culto ocorreu ontem à noite em Ribeirão Preto, uma das principais filiais de sua igreja, a Catedral do Livramento, ligada à Assembleia de Deus. O evento contou com a presença de toda cúpula da igreja do deputado.

   Já arrumaram para mim uma saída estratégia, uma maneira de sair daqui sem ninguém me ver, disse aos fiéis. Tudo que está acontecendo é um mero teatro, um teatro dos horrores, onde querem punir um homem por expressar sua fé. (…) Não recuarei jamais. Estou disposto a morrer, afirmou.Do lado de fora, ao mesmo tempo, mais de 200 pessoas protestavam contra sua eleição para a presidência da comissão na Câmara, ocorrida por acordo político entre os deputados. Pressionado, Feliciano teve de sair pelas portas dos fundos da igreja e seus fiéis usaram um cordão de isolamento para deixá-la em meio aos protestos de ativistas que chamavam o deputado de racista e homofóbico.

     Ele pregou por cerca de 40 minutos. Logo no começo, abordou o projeto de lei que criminaliza a homofobia e que está em discussão no Congresso.

   O projeto de lei que criminaliza a homofobia está sendo neste momento colocado em evidência. Estou sofrendo o que todos vão sofrer quando for aprovado. Nenhuma das senhoras, nenhum dos senhores vão poder ter a livre a expressão, poder pensar. Se não fizermos alguma coisa agora, amanhã não sei o que vai acontecer, afirmou o deputado.

     Ele ainda provocou os ativistas que lideram as manifestações contra ele: Nesses últimos dias ouvi os ativistas falarem que com ele na comissão é um retrocesso (…), nossas conquistas vão ficar paradas. E quais são as conquistas? Conquistas que ferem a família.

    A polêmica é antiga em torno dele. Ele disse em 2011 que os africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Depois, afirmou ter sido mal compreendido.

     O pastor afirma que não é homofóbico, mas diz ser contra o ato sexual entre pessoas do mesmo sexo. A pressão aumentou depois da divulgação de um vídeo em que ele pede a senha do cartão bancário de um fiel.

    Ontem, os manifestantes entoavam gritos contra o deputado e seguravam cartazes dizendo Fora, preconceito, Amaldiçoado é o seu preconceito.

     No culto, o deputado reafirmou que não tem opiniões discriminatórias. O que está em jogo neste momento é a liberdade de pensar. A liberdade religiosa, disse. Segundo ele, a grande mídia quer classificar seus fiéis de loucos e fanáticos.

Matéria disponível em FOLHA DE S. PAULO

Pastor Marco Feliciano é o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara

G. NOTÍCIAS

     Após a formalidade da votação sobre a aceitação da posse do pastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, o líder evangélico concedeu uma entrevista coletiva onde desabafou sobre toda a polêmica de sua indicação pelo PSC para assumir a comissão.

     A posse do Feliciano aconteceria ontem, quarta-feira (7 de março), mas um tumulto generalizado ocasionado pelos protestos de ativistas gays, negros e de religiões afro acabou adiando a sessão. Nesta quinta, já sem os manifestantes, o pastor foi eleito com 11 dos 17 votos possíveis da comissão. O então presidente da comissão, deputado Domingos Dutra e os representantes dos partidos PT, PSOL e PSB se retiraram da votação tentando obstrui-la, mas a manobra não teve êxito já que conseguiram somente seis abstenções e o pastor precisava de pelo menos 10 votos a favor (confira outras manobras dos militantes de oposição para retirar o pastor da presidência da CDHM).

     Em seu discurso a imprensa o pastor Marco Feliciano se emocionou e foi aplaudido por membros de seu partido e outros deputados apoiadores. O deputado rebateu as acusações de que seria racista afirmando que sua mãe seria negra e assim ele também seria, e disse que há alguns anos atrás sua esposa grávida perdeu um filho por ter ficado cinco horas em uma fila para ser atendida pelo SUS.

    O novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias lamentou a ameaça do deputado e militante gay Jean Wyllys de deixar a CDHM e revelou que procurou o ex BBB para tentar unir forças e aproximar os cristãos dos gays. “(…) muito triste não vê-lo aqui, porque ele tem uma bandeira e a sua bandeira é legítima”, disse o Pastor Marco.

Matéria completa disponível em Gospel Mais