Estudo científico comprova que ir à igreja assiduamente ajuda fiéis a viverem mais e melhor

GOSPEL MAIS

Muitos fiéis afirmam que frequentam cultos porque isso os ajuda a se manterem com os pés no chão a respeito da vida e recebem orientação espiritual. No entanto, um benefício oculto vem no pacote: a frequência regular também pode ajudar a aumentar a longevidade, aponta um estudo.

Os pesquisadores analisaram dados de quase 75 mil enfermeiras de meia-idade nos Estados Unidos como parte do Estudo de Saúde das Enfermeiras. Os participantes foram questionados se eles frequentaram cultos regularmente a cada quatro anos entre 1992 e 2012, além de outros aspectos de suas vidas ao longo dos anos.

Ao final, foi descoberto que as mulheres que iam à igreja mais de uma vez por semana tiveram um risco 33% menor de morrer durante o período de estudo, em comparação com aqueles que disseram que nunca foram frequentadores assíduos.

O estudo relacionou, também que o hábito de ir à igreja está associado com um menor risco de morte em comparação a quem não vai. Quem ia uma ou mais vezes por semana aos cultos, tinham risco 26% menor, enquanto os voluntários que iam uma ou mais vezes por mês tinham risco 13% menor, comparando com os que não tinham o hábito de frequentar cultos.

As mulheres que frequentavam os cultos regularmente também tiveram taxas mais altas de apoio social e otimismo, tiveram menores taxas de depressão e eram menos propensas a fumar. No entanto, os pesquisadores levaram em conta estas diferenças entre fiéis e não-fiéis quando eles calcularam a diminuição das taxas de mortalidade de 13% para 33%.

“Ir à igreja pode ter uma série de benefícios adicionais, que podem, por sua vez, melhorar a longevidade, mas os pesquisadores não puderam apontar relações diretas entre a frequência e os os demais benefícios. A presença na comunidade religiosa poderia promover a autodisciplina e um senso de significado e propósito na vida, ou poderia fornecer uma experiência sobrenatural”, afirmou Tyler J. VanderWeele, professor de epidemiologia na Harvard T.H. Chan School of Public Health.

“Nosso estudo sugere que para a saúde, os benefícios superam os efeitos potencialmente negativos, como a culpa, ansiedade ou [possível] intolerância”, disse VanderWeele, segundo informações da CNN.

A maioria das mulheres no estudo eram protestantes ou católicas, por isso não está claro se uma associação semelhante seria encontrada entre participação em cultos religiosos e longevidade para as pessoas de outras religiões cristãs, o judaísmo ou o islamismo.

O estudo também não explorou a associação em homens. “Pesquisas anteriores sugerem que fiéis do sexo masculino também se beneficiam, embora a sua diminuição na taxa de morte não é tão grande quanto entre as mulheres”, disse VanderWeele.

“Tem havido literalmente milhares de estudos” investigando se a religião é boa para sua saúde, disse o doutor Dan German Blazer II, professor de psiquiatria e ciências comportamentais na Duke University Medical Center. Os resultados têm sido mistos sobre se os aspectos da devoção religiosa como a oração e espiritualidade – como ler a Bíblia ou outra literatura religiosa – melhorar a longevidade.

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No Brasil, uma em cada cinco crianças de oito anos não sabe ler

VERDADE GOSPEL

Quando chegam ao fim do terceiro ano do Ensino Fundamental, uma em cada cinco crianças de oito anos (22,2%) não consegue ler uma frase inteira. Nesse período, em que deveriam estar completamente alfabetizadas, elas decifram apenas algumas palavras isoladas, de acordo com os dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), nesta quinta-feira (17).

Além disso, mais da metade dos alunos (56,17%) só é capaz de encontrar uma informação em textos se ela estiver na primeira linha, o que revela o baixo fôlego de leitura dos alunos. Se precisa escrever um texto, um em cada três estudantes (34,4%) produz frases ilegíveis, com troca ou omissão de letras nas palavras. Em matemática, a maioria dos estudantes (57%) não consegue solucionar questões com números maiores que 20 ou ler as horas em um relógio de ponteiros.

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Paternidade faz os homens engordarem, aponta pesquisa

FOLHA GOSPEL

Se é na gravidez que muitas mulheres engordam, com os homens o ganho de peso vem depois que o bebê nasce.

Segundo uma pesquisa da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, ser pai engorda. O estudo foi publicado recentemente no Jornal Americano de Saúde Masculina.

O estudo acompanhou por 20 anos o peso de 10 mil homens, da adolescência até a fase adulta, e concluiu que os homens engordam mais quando se tornam pais, comparado aos homens sem filhos.

Imagem redimensionadaO peso destes homens foi medido em quatro momentos diferentes da vida deles: no início da adolescência, depois da adolescência, meados dos 20 anos e início dos 30, assim como o IMC (índice de massa corporal).

Os homens foram classificados como: pai, não-pai, pai que mora com o filho e pai que não mora com o filho.

Na média padrão do estudo, um homem de 1,83 m, que vive com o filho, ganhou, em média, dois quilos depois de se tornar pai. Já o homem com a mesma altura, mas que não vive com o filho, engordou, em média, 1,5 quilo depois de ter se tornado pai.

Em termos de IMC (índice de massa corporal), o estudo apontou um aumento de 2,6% no IMC de homens que vivem com os filhos ante um aumento de 2% do IMC entre os homens que não vivem com suas crias.

Já os homens com o mesmo padrão de altura e sem filhos perderam 650 gramas no mesmo período.

Este é um dos primeiros estudos a analisar a forma como a paternidade afeta o IMC, um importante marcador biológico da saúde, que classifica se estamos no peso considerado ideal, acima dele ou obesos.

Além do IMC, outros fatores foram levados em conta: idade, raça, escolaridade, renda, atividade diária e estado civil.

Estudos anteriores já relacionaram o casamento ao ganho de peso em homens, mas na paternidade ele se mostrou mais marcante.

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Nível do mar registrou aumento sem precedentes nos últimos 100 anos

ÚLTIMO SEGUNDO

O nível do mar aumentou 20 centímetros nos últimos 100 anos, um fenômeno sem precedentes em milênios, mostra estudo divulgado hoje (14) na Austrália.

A pesquisa, publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences, analisa as flutuações do nível do mar nos últimos 35 mil anos com base nas mudanças no volume de gelo na terra.

“Nos últimos 6 mil anos, antes de começar a aumentar o nível da água, o nível do mar foi bastante estável”, disse um dos coautores do estudo, Kurt Lambeck, pesquisador da Universidade Nacional Australiana.

Lambeck explicou que, durante esses milênios, não foram encontradas provas de oscilações de 25 a 30 centímetros em períodos de 100 anos, mas que essa tendência mudou a partir do processo de industrialização, com um aumento que classificou como incomum.

“Nos últimos 150 anos, assistimos a um aumento do nível da água à velocidade de vários milímetros por ano e nos nossos registos mais antigos não verificamosum comportamento similar”, disse o cientista, vinculando esse fenômeno ao aumento da temperatura do planeta.

A investigação concluiu ainda que, mesmo assim, as flutuações naturais do nível do mar nos últimos 6 mil anos foram menores do que sugeriam estudos anteriores.

“Esse ponto foi bastante polêmico porque muita gente assegurava que o nível do mar tinha oscilado em grandes quantidades, vários metros em centenas de anos, e não encontramos provas que o demonstrem”, acrescentou Lambeck.

O estudo aborda também a complexa relação entre o degelo e o aumento do nível dos oceanos, no qual intervêm fatores como a gravidade, que provoca aumento no nível do mar em algumas áreas e queda em outras.

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45% dos brasileiros se dizem obesos; só 16% fazem dieta

YAHOO NOTÍCIAS

Quase metade dos brasileiros com mais de 16 anos admite que está acima do peso ideal, mas apenas 16% deles fazem algum tipo de dieta. A percepção dos hábitos alimentares nacionais foi medida pelo Conecta, plataforma online do Ibope, que entrevistou 1.100 internautas de todas as regiões e classes sociais do País, entre 6 e 13 de agosto. O resultado mostra ainda que uma parcela de 49,4% não faz exercício ou se movimenta menos de uma vez por semana.

Com pequenas alterações nos índices, os dados confirmam os levantamentos mais recentes do Ministério da Saúde. De acordo com o órgão, a obesidade já atinge metade dos brasileiros. O que o Conecta revela agora é que o excesso de peso não é mais escondido, mas assumido por quem briga com a balança. Essa nova consciência explica porque 88,7% das pessoas reconhecem que devem mudar seus hábitos alimentares de forma radical ou moderada.

A contradição, segundo a diretora executiva do Conecta, Laure Castelnau, está na pergunta relacionada à dieta. “A pesquisa mostra que as pessoas, especialmente acima dos 35 anos, sabem que precisam emagrecer, mas poucas tomam de fato uma atitude nesse sentido”, diz. Os que resolvem reduzir as porções ou iniciar a prática de exercícios são os mais ricos, da classe A. “Nesse grupo, 29% fazem dieta e 13,2% se exercitam todos os dias. São os maiores índices”, afirma Laure.

ESTADÃO

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Pesquisa: Adolescentes se sentem mais aceitos online do que na vida real

FOLHA GOSPEL

   A McAfee realizou uma pesquisa com 1.502 pré-adolescentes e adolescentesnos em abril e descobriu que o bullying está fora de controle na internet. Cerca de 87% dos entrevistados afirmaram já ter testemunhado cyberbullying pelo menos uma vez. Isso é um grande pulo do ano passado, que teve apenas 27%.

Os jovens da pesquisa especificamente apontaram a aparência física como sendo a maior causa de cyberbullying testemunhado (72%). Outra estatística aponta que 50% destas crianças disseram que já tinham se envolvido em uma discussão por causa de algo postado em mídias sociais. Mas, apesar de todo o bullying, um terço dos entrevistados disseram que se sentiam mais aceitos nos meios de comunicação social do que na vida real.

Embora o bullying seja preocupante, a segurança de jovens também parece estar em risco: Isso porque 52% dos entrevistados não se importam em desligar as localizações de GPS em seus smartphones, apesar do fato de que estranhos podem descobrir onde eles estão.

Fonte: Código Fonte

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Para ser uma pessoa boa é preciso acreditar em Deus, dizem brasileiros

GOSPEL PRIME

   O instituto Pew Research Center divulgou uma pesquisa de escala mundial. Pessoas de 40 países foram inquiridas se acreditar em Deus era algo “essencial” para uma pessoa ter bons valores.

   Nos países mais ricos, em especial na Europa, a população discorda que existe este tipo de relação.  Por outro lado, nações que são pobres como Gana (África) e Indonésia (Ásia), cerca de 99% concordam.

   Em 22 dos 40 países pesquisados, a maioria dos entrevistados afirma que é necessário acreditar em Deus para ser uma pessoa “boa”. A maioria das pessoas na Ásia e na América Latina vinculam fé e moralidade.

   Também é verdade na África e no Oriente Médio. Com destaque para Israel, que é a exceção, pois a maioria ali pensa que não é preciso acreditar em Deus para ser uma pessoa correta.

Entre os brasileiros entrevistados, 86% acreditam nessa relação direta de religião e moral, índice bem maior que outras nações vizinhas, como Argentina (47%) e Chile (46%).

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Falta de atividade física pode matar, alerta especialista

FOLHA GOSPEL

   Embora nunca tenha se falado tanto sobre vida saudável como hoje, é contraditório o aumento do número de pessoas sedentárias, que não gastam o que consomem. Em 2004, o sedentarismo era o quarto fator de risco e hoje é o segundo, perdendo apenas para a hipertensão arterial. “Isso acontece porque não há uma percepção de que o sedentarismo mata. Para as pessoas, o que mata é a hipertensão, o diabetes e o câncer”, afirma a médica Sandra Matsudo, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).

Nos tempos atuais, gasta-se uma caloria a cada sete consumidas. Na Era Paleolítica, essa relação era de uma gasta a cada três consumidas. “Acredito no equilíbrio. As pessoas têm que buscar o seu balanço energético, ou seja, gastar o que consomem. Não tem mágica para isso, é uma simples soma”, resume ela.

Segundo a especialista, o estilo de vida é responsável por 50% das causas das principais doenças que mais matam, como infarto, AVC e câncer. “Temos 50% de chance de evitar essas doenças. Basta optar por mudanças de hábitos que incluam atividades físicas”, avalia.

A recomendação é de pelo menos 30 minutos de atividade física moderada, de forma contínua ou acumulada – duas sessões de 15 minutos ou três sessões de 10 – pelo menos cinco vezes por semana.

“Essa rotina diminui em 84% os riscos de infarto e em 36% os casos de câncer, além de reduzir os riscos cardiovasculares e de hipertensão, mesmo no caso de fumantes”, ressalta.

A má notícia é que mesmo quem faz atividade física regularmente deve se preocupar com o tempo que permanece sentado ao longo do dia. Dados recentes mostram que esses casos apresentam um aumento de 40% nos fatores de risco de doenças cardiovasculares.

Segundo uma pesquisa, uma média de seis horas todos os dias sentado em frente ao computador ou à TV corresponde a cinco anos a menos de expectativa de vida. “A orientação é se movimentar por 10 minutos a cada uma hora sentado. Atender ao telefone andando ou colocar o notebook numa mesa mais alta para digitar em pé são boas dicas para quem trabalha em escritório”, sugere.

Fonte: EFE

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Cérebro de idosos é mais lento por excesso de informação, diz pesquisa

FOLHA GOSPEL

   Uma nova pesquisa baseada em testes de computador sugere que o cérebro dos idosos é mais lento por causa do excesso de informação acumulado ao longo dos anos.

O estudo contradiz a opinião de parte da comunidade médica para quem as conexões cerebrais são prejudicadas com o avanço da idade. A pesquisa foi publicada na revista científica “Journal of Topics in Cognitive Science”.

Para os cientistas, o cérebro dos mais velhos funciona como se fosse um “disco rígido de computador” que, repleto de dados, demora mais tempo para acessar suas informações.

Segundo eles, essa lentidão não está associada a um declínio do processo cognitivo.

“O cérebro humano funciona mais devagar com a idade”, afirmou Michael Ramscar, responsável pelo estudo, “mas somente porque nós acumulamos mais informação com o passar do tempo”. “Os cérebros das pessoas mais velhas não ficam mais fracos. Pelo contrário, eles simplesmente sabem mais”, acrescentou.

Testes de computador

Para comprovar a tese, a equipe liderada por Ramscar, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, programou um computador para ler uma certa quantidade de dados por dia, bem como aprender novas palavras e comandos.

Quando os pesquisadores instruíram o computador a “processar” uma grande quantidade de dados, sua performance nos testes cognitivos se assemelhou a de um adulto. Mas à medida que o computador foi exposto a novas palavras e comandos, sua performance se assemelhou a de um homem mais velho.

Os cientistas concluíram, então, que a maior lentidão da máquina não estava associada a uma eventual redução de sua capacidade de processamento. Na verdade, a “experiência” acumulada – ou seja, a necessidade de aprender novos comandos e ler novas palavras – acabou por ampliar o banco de dados do computador, o que lhe obrigou a processar mais dados, o que, consequentemente, demandava mais tempo.

“Imagine alguém que saiba as datas de aniversário de duas pessoas diferentes e consiga lembrar-se delas de maneira quase perfeita.”

“Você realmente diria que essa pessoa (que se lembra do aniversário de duas pessoas) tem memória melhor do que outra que sabe o aniversário de 2 mil pessoas, mas só consegue dizer a data certa uma vez a cada dez tentativas?”, questionou Ramscar.

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Frequentadores de igrejas pirateiam menos, aponta estudo

FOLHA GOSPEL

   Ser um religioso praticante, que vai à igreja regularmente, torna as pessoas – ao menos as inglesas – menos dispostas a piratear.

Foi essa a conclusão de um estudo feito por pesquisadores na Universidade de Manchester, na Inglaterra, que analisou o comportamento de 1.124 indivíduos na faixa de 18 a 34 anos.

As informações são do site TorrentFreak, que diz que a ideia dos pesquisadores era relacionar as visitas a templos e igrejas à prática de pequenos crimes. Na lista, estava não só o download ilegal de músicas, como também o uso de drogas e até furtos em lojas.

Especificamente no caso da pirataria, a todos os entrevistados foram feitas perguntas pra descobrir se eles já haviam baixado arquivos de áudio de graça previamente. Promoções e presentes foram obviamente desconsiderados, e os dados foram comparados com a frequência de visitação a “estabelecimentos religiosos”.

O resultado mostrou que, quanto mais as pessoas iam a esses lugares, menor era a tendência a cometer os tais “pequenos crimes”, incluindo o de piratear músicas. Segundo o estudante de PhD e coordenador da pesquisa Mark Litter, a justificativa estaria no fato de a prática religiosa expor as pessoas a normas para um comportamento mais correto.

No entanto, na entrevista ao TorrentFreak, ele ressalta que isso não é exclusividade das igrejas e templos, e outras atividades e ações também podem “exercer um papel similar”. O estudo completo e seus resultados, segundo o site, serão liberados ainda em 2014.

Fonte: INFO

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Pessoas religiosas têm cérebro mais forte e maior proteção contra a depressão, diz pesquisa

VERDADE GOSPEL

   Os pesquisadores estudaram pessoas com histórico familiar de depressão e descobriram que, nas religiosas, o córtex, camada externa do cérebro, era mais espesso que em pessoas não religiosas. Esse espessamento relacionado à religião, segundo eles, pode oferecer proteção contra a doença.

   “Nossas crenças e nossos humores são refletidos no cérebro, e com novas técnicas de imagem já é possível observá-los”, disse à Reuters Health Myrna Weissman, professora de psiquiatria e epidemiologia da Universidade de Columbia. “O cérebro é um órgão fantástico. Não só nos controla, mas é controlado por nossos humores”.

   Enquanto o estudo sugere uma relação entre a densidade do cérebro e espiritualidade, não se pode dizer que o espessamento cause a religiosidade nas pessoas, observaram os pesquisadores na revista “JAMA Psychiatry”. Mas deve servir para dar pistas, entretanto, de que ser religioso pode aumentar a resiliência do cérebro contra a depressão de forma física.

   Antes deste estudo, os pesquisadores já tinham descoberto que pessoas que se diziam religiosas tinham menos risco de entrar em depressão, e que pessoas com maior propensão à doença tinham o córtex mais fino comparadas às que tinham menor risco.

   Neste estudo os pesquisadores perguntaram duas vezes a 103 adultos com idades entre 18 e 54 anos o quão importante eram, para eles, religião e espiritualidade, e com que frequência eles tinham ido a missas, cultos, e outras reuniões religiosas em cinco anos. Além das entrevistas, imagens dos cérebros desses voluntários foram observadas para analisar a espessura de seus córtex. Todos os participantes eram filhos ou netos de pessoas que já tinham participado de um estudo anterior sobre depressão.

   Os pesquisadores descobriram que a importância da religião ou espiritualidade de um indivíduo – mas não a frequência às reuniões religiosas – estava relacionada ao córtex mais espesso. O link foi mais forte entre aqueles com alto risco de depressão.

   “O que estamos fazendo agora é olhar para a estabilidade do estudo”, disse Weissman, que também é chefe do Departamento de Epidemiologia Clínica Genética do Instituto Psiquiátrico do Estado de Nova York.

   A equipe da pesquisadora está tomando mais imagens dos cérebros dos participantes para ver se o tamanho do córtex muda com sua espiritualidade. “Esta é uma maneira de replicar e validar os resultados”, explicou.

    Fonte: O Globo

 

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Estudo demonstra pela primeira vez que beber água emagrece

FOLHA GOSPEL

     Uma equipe de cientistas alemães demonstrou pela primeira vez que, como assegura a tradição popular, beber água emagrece.

     Uma pesquisa clínica da universidade Charité de Berlim publicada nesta quinta-feira (29) na revista American Journal of Clinical Nutrition assegura que a ingestão de água reforça os efeitos de uma dieta de emagrecimento.

“Apesar de nas dietas normalmente ser recomendado beber muita água, até agora não havia nenhuma recomendação com base científica”, disse o responsável da equipe de pesquisa, Rebecca Muckelbauer.

A partir da análise de cerca de 5.000 referências de diferentes bancos de dados de artigos científicos, os especialistas puderam comprovar que beber água efetivamente acelera os processos de emagrecimento quando se está fazendo uma dieta.

O estudo destaca a conclusão de uma série de dados sobre o sucesso de uma dieta em um grupo de idosos que aumentaram seu consumo médio de água.

As pessoas estudadas que aumentaram em um litro ao dia seu consumo de água emagreceram entre um e dois quilogramas a mais que o grupo de controle, que manteve sem alteração a quantidade de líquido que bebia.

O efeito de emagrecimento da água em combinação com uma dieta pode acontecer, segundo os cientistas, à simples sensação física de saciedade com a ingestão do líquido e à aceleração do metabolismo.

Fonte: UOL

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Má noite de sono aumenta preferência por alimentos calóricos

     FOLHA GOSPEL

     O desejo por alimentos calóricos, como as junk food, está relacionado a uma má noite de sono, de acordo com um novo estudo da Universidade de Berkeley, na Califórnia, nos Estados Unidos.

     Os pesquisadores verificaram que, após uma noite sem dormir, os participantes estavam mais propensos a comer uma pizza do que grãos integrais e vegetais.

     Para chegar ao resultado, os pesquisadores usaram uma ressonância magnética funcional para examinar o cérebro de 23 adultos saudáveis. O primeiro exame foi feito depois de uma noite de sono normal e o outro foi posterior a uma noite sem dormir. Eles descobriram que a privação do sono prejudicava o lobo frontal do cérebro, que regula as tomadas de decisão. Além disso, os pesquisadores identificaram que os participantes optaram por alimentos calóricos e gordurosos quando tinham uma noite privada de sono.

     “O que nós descobrimos é que as regiões cerebrais responsáveis pela tomada de decisões ficavam prejudicadas pela falta de sono, enquanto estruturas cerebrais mais primitivas que controlam a motivação e o desejo são amplificadas”, afirma Matthew Walker, autor do estudo e professor de psicologia e neurociência da Universidade de Berkeley.

    Além disso, acrescentou, “os alimentos de alto teor calórico também se tornaram significativamente mais atrativos quando os participantes eram privados de sono. Esta combinação de alteração da atividade cerebral e de tomada de decisão pode ajudar a explicar por que as pessoas que dormem menos tendem a estar acima do peso ou obesas.”

     Estudos anteriores já haviam relacionado a falta de sono à preferência por junk food, mas as últimas descobertas fornecem, pela primeira vez, um mecanismo cerebral específico que explica porque escolhas alimentares mudam para pior depois de uma noite sem dormir.

     “Estes resultados mostram como o cérebro é prejudicado pela privação do sono, levando à seleção de alimentos pouco saudáveis e, em última análise, às taxas mais elevadas de obesidade”, disse Stephanie Greer, outra autora da pesquisa.

   Nesse novo estudo, publicado na revista Nature Communications, os pesquisadores também mediram a atividade cerebral dos participantes enquanto observavam uma série de 80 fotos de alimentos, que variavam entre comidas saudáveis e calóricas. Eles avaliaram o desejo dos participantes por cada um dos alimentos e, como incentivo, davam os pratos que eles mais desejavam depois do exame de ressonância magnética.

     Para Walker os resultados do estudo indicam que “dormir o suficiente é um fator que pode ajudar a promover o controle de peso – por não afetar que os mecanismos do cérebro responsáveis pelas escolhas alimentares erradas.”

Fonte: UOL

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Pessoas têm mais empatia por animais maltratados que por seres humanos

GOSPEL PRIME

Um estudo divulgado neste sábado (10) durante a 108ª Reunião Anual da Associação de Sociologia Americana acabou gerando enorme polêmica. Segundo a pesquisa, as pessoas têm mais empatia por animais maltratados que pelos humanos adultos.

Jack Levin, professor de sociologia e criminologia da Universidade Northeastern é o autor do estudo. Ele e o co-autor Arnold Arluke, um professor da mesma universidade, entregaram aos participantes quatro artigos fictícios. Um deles falava sobre violência contra uma criança de um ano de idade, de um adulto de 30 anos, de um filhote de cachorro e o de um cão adulto.

Todas as histórias eram idênticas, exceto pela identificação da vítima. Após lerem os artigos, as pessoas deviam indicar seu “grau de empatia” em relação à vítima. Foram entrevistados 240 homem e mulheres adultos.

A diferença do nível de empatia pela criança e pelo filhote de cachorro foi quase insignificante, mas a grande maioria disse se revoltar mais com a violência contra o cachorro adulto do que contra o homem de 30 anos.

     Embora o estudo se baseie no exemplo de cachorros, os pesquisadores acreditam que as conclusões seriam as mesas se fossem outros tipos de mascotes. “Cachorros e gatos são animais de estimação e muitas vezes são considerados parte da família. Muitas pessoas atribuem a esses animais características humanas”, explica.

     “Os humanos adultos vítimas de violência recebem menos empatia que as crianças, os filhotes e os cães adultos vítimas de abuso ou crimes. Ou seja, os cachorros adultos são vistos como dependentes e vulneráveis, tanto quanto seus filhotes e as crianças”, explicou Levin.

     Durante sua apresentação, Levin ressaltou: “A idade parece ser mais relevante que a espécie quando se trata de receber empatia. Aparentemente, considera-se que os humanos adultos são capazes de se proteger, enquanto os cachorros adultos são vistos como filhotes maiores”.

     Levando-se em conta o grande número de instituições e ONGs que agem em defesa dos animais, o resultado não surpreende. No Brasil, a maioria dos donos de animais de estimação gasta mais de R$ 50 por mês para cuidar do bicho. Apenas 12% conseguem gastar menos do que isso. Mais da metade (quase 65%) deixa entre R$ 50 e R$ 120 nos pet shops todos os meses.

     Enquanto isso, organizações cristãs como a Visão Mundial encontram dificuldades para encontrar pessoas quedoem 50 Reais por mês para “apadrinhar” crianças que morrem de fome num país onde oficialmente existem 42,3 milhões de evangélicos, ou 22,2% dos brasileiros.

Com informações de Live Science e Examiner.

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Casca de banana pode despoluir a água, brasileiros descobrem

EXAME.COM

     Cascas de banana trituradas podem funcionar como um remédio eficaz em águas poluídas por pesticidas. Esse poder de despoluir a água por um custo zero foi descoberto por uma equipe de cientistas liderados pela pesquisadora Claudineia Silva, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, em Piracicaba.

     Para chegar nessa conclusão, os pesquisadores coletaram amostras nos rios Piracicaba e Capivari, e na estação de tratamento de água da cidade. Nesses rios, as águas ficam poluídas pelos pesticidas atrazina e ametrina, muito usados em plantações de cana-de-açúcar e milho.

     Em seguida, os pesquisadores secaram cascas de banana maduras em um forno a 60ºC por um dia, resultado que também pode ser obtido ao expor o material ao Sol durante uma semana. Após essa primeira etapa, as cascas foram trituradas e peneiradas. O processo gerou um pó de consistência parecida com a de uma ração. Esse material foi, então, misturado com a água, agitado por 40 minutos e filtrado. “A reposta foi ótima. Essa biomassa conseguiu absorver 90% dos pesticidas”, afirma Claudineia.

     Esse método tem uma vantagem sobre procedimentos tradicionais. Atualmente, os tratamentos de água não são suficientes para remover resíduos de agrotóxicos de tal forma a atingir o padrão de potabilidade e evitar riscos à saúde humana.

     O carvão ativado (o mecanismo mais usado), por exemplo, é um método caro de despoluição. “A casca de banana teria custo zero. Qualquer um poderia usar essa técnica, principalmente em regiões mais pobres. Qualquer pessoa pode pegar uma casca de banana, secar ao sol, bater no liquidificador e jogar na água”, diz Claudineia.

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