Haddad coloca gays e travestis na fila prioritária do Minha Casa Minha Vida

VERDADE GOSPEL

   Uma resolução do Conselho Municipal de Habitação (CMH) definiu que gays em situação de violência, travestis moradores em albergues e índios também podem ser beneficiados com prioridade nas unidades do Programa Minha Casa Minha Vida construídas em São Paulo. A norma complementar ao projeto do governo federal, publicada nesta sexta-feira (31) no Diário Oficial da Cidade, também permite incluir na fila prioritária do programa moradores em áreas limites de municípios vizinhos da capital paulista e idosos sozinhos com mais de 60 anos.

   O objetivo das regras é incluir entre os beneficiários prioritários do programa centenas de gays e mulheres que sofreram ameaças ou violência doméstica e que são atendidos em albergues e moradias da Prefeitura. Dezenas de travestis que também moram nos abrigos municipais vão ter direito a tentar entrar no programa, desde que comprovem que está “oriunda de situação de rua”. São mais de 8 mil pessoas atendidas todos os dias nos 62 albergues, abrigos e casas de acolhimento do governo.

   Prioritariamente, o programa definiu o atendimento para moradores em áreas de risco, mulheres que cuidam sozinhas da família e casais de baixa renda com filhos, conforme decreto de 2009 do governo federal. Não havia categorias específicas para priorizar o atendimento de gays e de travestis sozinhos e em situação de violência, por exemplo.

   Segundo movimentos de moradia que também são parceiros na construção de unidades do Minha Casa Minha Vida na capital paulista, a pessoa que mora sozinha de aluguel (seja gay, solteiro adulto ou idoso) dificilmente consegue ser beneficiada.

   Na resolução publicada, o governo municipal também incluiu nesse rol de possível beneficiários do programa idosos sozinhos com mais de 60 anos, moradores na capital.

   Ao todo, a gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) está construindo na capital paulista 22 mil unidades do Minha Casa Minha Vida – a meta do governo é construir 55 mil até o final de 2016, para famílias que ganham menos de R$ 1.600 mensais. O programa do governo federal previa que o município parceiro nas obras poderia editar normas complementares para definir quem está em situação de vulnerabilidade na cidade.

Fonte: Estadão

Matéria extraída de Verdade Gospel

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Mamografia sem pedido médico já pode ser agendada em São Paulo

O ESTADO DE SÃO PAULO

   A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo iniciou nesta segunda-feira, 17, o agendamento de mamografia sem necessidade de pedido médico para mulheres com idades entre 50 e 69 anos. O programa, anunciado no início de fevereiro, tem como objetivo melhorar a detecção precoce do câncer de mama.

   Até o final do mês, poderão solicitar o exame mulheres nascidas em anos pares e que fazem aniversário nos meses de janeiro e fevereiro. A partir de março, as nascidas em ano par deverão solicitar o procedimento sempre em seu mês de aniversário.

   As mulheres que nasceram em ano ímpar só poderão agendar em 2015, mas caso a paciente esteja há mais de dois anos sem realizar o exame, ela poderá fazer o pedido agora.

   O agendamento deve ser feito por meio do telefone 0800 779 0000. Segundo a secretaria, mais de 300 unidades da rede pública estadual realizarão o exame. A estimativa é que as mulheres façam o procedimento no mesmo mês da solicitação ou em até 45 dias.

Matéria disponível em O Estado de São Paulo

Marcha para Jesus leva 2 milhões de pessoas às ruas de São Paulo

FOLHA GOSPEL

     Reunindo cerca de 2 milhões de evangélicos nas ruas do centro de São Paulo, a “Marcha para Jesus” realizou sua 21ª edição neste sábado atraindo fiéis de todo o país e, inclusive, do exterior.

     De acordo com o pastor Estevam Hernades, líder das igrejas organizadoras da marcha, assinalou durante sua pregação que 2 milhões de pessoas percorreram o trajeto proposto pelo evento, da Praça da Luz até a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, situada, na Zona Norte, onde uma série de shows estava programada.

     “Acho que muitas pessoas também foram motivadas pelas manifestações”, declarou Hernandes ao falar sobre o grande número de pessoas no evento, que, por sua vez, coincide com a onda de protestos populares iniciadas há quase três semanas.

O deputado e pastor Marcos Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, liderou um dos carros da marcha, mesmo diante das criticas em torno do projeto de lei conhecido como “cura gay”, no qual a homossexualidade é considerada uma doença.

A marcha deste ano teve como tema central de reflexão o “Novo Tempo”, enquanto os cantores gospel animava o público presente desde o trio elétrico que puxava o evento. Já na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, os shows ficaram por conta de nomes como Aline Barros – ganhadora do Grammy Latino em 2012 -, Regis Danese, André Valadão e Cassiane, entre outros.

Lula e o ativismo gay

     Na esteira dos acontecimentos das últimas semanas no Brasil, a Marcha para Jesus, que foi realizada neste sábado (29) em São Paulo, também dá espaço para manifestações políticas.

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     Por mais que a maioria das faixas no evento seja de cunho religioso, alguns fiéis trouxeram cartazes contra a corrupção e, principalmente, contra o que alguns evangélicos chamam de “ativismo gay”.

     Um grupo de fiéis da Assembleia de Deus do Rio de Janeiro trouxe diversas faixas contra os grupos GLBT e cobrando o ex-presidente Lula por mais ações.

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     “Estamos aqui para ajudar a acabar com a corrupção. Nós evangélicos precisamos fazer política também, senão os outros fazem pela gente”, afirmou Johnson Werneck, que liderava um grupo de dez fiéis. Werneck contou que veio a São Paulo para a marcha pela segunda vez. No entanto, no ano passado, ele não quis fazer política. “Acho que religião e política se misturam sim. Mas o ativismo é complemento ao louvor”, disse.

Histórico

     A marcha chegou ao Brasil em 1993 por intermédio do Apóstolo Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer em Cristo e que hoje é o presidente do evento no Brasil. Naquele ano, a marcha saiu da avenida Paulista, seguiu em direção à avenida Brigadeiro Luís Antônio e chegou ao Anhangabaú para a concentração.

     Alguns anos depois, cerca de 10 milhões de pessoas de mais de 170 países já marcharam para celebrar o nome de Jesus Cristo em diferentes regiões do Brasil e do mundo. Cidadãos de diversas religiões, idade e raças saíram às ruas em países como Argentina, Canadá, Colômbia, Cuba, EUA, Finlândia, França, Itália, Japão, Moçambique, Rússia, entre outros. Em outubro deste ano, a marcha chegará pela primeira vez a Israel.

Fonte: UOL

Matéria disponível em Folha Gospel

São Paulo é a 2ª cidade mais cara para se ter um carro

Diário do Grande ABC

     Levantamento feito pela Economist Intelligence Unit (EIU), braço de pesquisas da revista britânica The Economist, mostra que a cidade de São Paulo é a segunda mais cara para se ter um carro em um grupo de 14 metrópoles selecionadas.

     À frente de São Paulo está Xangai, na China. O levantamento leva em conta o preço dos veículos e os custos de manutenção. As cidades dos países emergentes estão nas primeiras colocações basicamente por causa do preço dos carros. Para efeitos de comparação, segundo o estudo, para se comprar um carro em São Paulo se gasta pelo menos três vezes mais que em Tóquio.

     Depois de São Paulo, aparece na terceira posição no ranking da Economist Intelligence Unit Nova Deli, na Índia, mais uma cidade de país emergente. Segundo a publicação, nestes países os itens de luxo importados pagam impostos muitos elevados, o que leva ao aumento nos preços. No caso das pesquisa foram usados veículos Mercedes e Audi, para permitir a comparação internacional.

     Já nos países ricos os custos com manutenção e combustíveis são mais pesados, pois os orçamentos das famílias estão mais apertados por conta da crise global.

     A EIU cita o caso da Grã Bretanha, onde desde 2007 os preços dos combustíveis tiveram reajuste de 50%. Londres ocupa a décima colocação no ranking. Roma, capital italiana, ocupa o quarto lugar. Já o menor custo é registrado em Zurique, na Suíça.

     As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Matéria disponível em Diário do Grande ABC

Quase 40% da água tratada no Brasil é desperdiçada, aponta estudo

G1 GLOBO

     Além da falta d’água, tem o desperdício. Um estudo mostra que quase 40% da água tratada no Brasil é desperdiçada. Só em São Paulo, R$ 250 milhões são investidos todos os anos para diminuir as perdas, mas o problema continua.

     A rede que distribui a água na cidade é considerada velha e muitos trechos precisam passar por manutenção. Os vazamentos são o maior problema, e podem causar um estrago bilionário.

     No Brasil, desce pelo ralo quase 40% do faturamento das empresas operadoras por causa das perdas de água. A situação é mais crítica na Região Norte, onde mais da metade do faturamento é perdido. A média de perda da Europa é 15%, do Japão, 3%. “É uma perda enorme de recursos financeiros que poderia estar voltando para o sistema de saneamento para que mais pessoas tivessem água ou coleta e tratamento de esgoto”, afirma Edson Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil.

     O estudo do Instituto Trata Brasil mostra que uma redução de apenas 10% das perdas do país representaria uma receita de R$ 1,3 bilhão, quase a metade do investimento feito em abastecimento de água no ano de 2010.

     Reduzir perdas é importante também para não faltar água. O estudo mostra que um terço das cem maiores cidades do país precisa de um novo manancial para atender a população.

     A capital paulista é um exemplo. A Região Metropolitana de São Paulo tem 50 mil quilômetros de tubulações enterradas, daria para dar uma volta e meia no planeta. A extensão e a idade da rede são os maiores desafios.

     Todos os anos a empresa que abastece a região investe R$ 250 milhões para diminuir as perdas, com reforma nas instalações hídricas e busca minuciosa por vazamentos. O investimento já rendeu um índice de perda abaixo da média do estado: 26%. A meta é chegar a 15% até 2020.

     Neste ano, o investimento na rede de água de São Paulo deve subir para R$ 370 milhões, uma alta de quase 50% em relação a 2012. O aumento dos recursos é resultado de uma parceria com o Japão.

 Matéria disponível em G1

Após tragédia em Santa Maria, igrejas de São Paulo serão fiscalizadas

Fonte: FOLHA GOSPEL

     A classificação usada pela prefeitura para determinar quais estabelecimentos serão vistoriados engloba locais com lotação igual ou superior a 250 pessoas, como casas noturnas, teatros e igrejas.

     Depois do incêndio que matou mais de 200 jovens em Santa Maria (RS), a prefeitura de São Paulo iniciou um trabalho intenso de fiscalização em espaços considerados “locais de reunião” na área das subprefeituras da Sé, Pinheiros, Vila Mariana e Santo Amaro. O trabalho da prefeitura já resultou no fechamento de pelo menos duas igrejas na região.

     De acordo com o Estadão, a ação é baseada na legislação que determina que possuir Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é obrigatório para qualquer estabelecimento abrir as portas. Sem o documento, não é possível obter o alvará de funcionamento, dado pela Prefeitura.

     De acordo com o Corpo de Bombeiros, dos 26 estabelecimentos vistoriados 24 deles não possuem nem mesmo o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), documento básico para solicitar o alvará de funcionamento. Entre estes estão incluídas duas igrejas.

    A lista apresentou dois templos religiosos, uma igreja localizada na rua Araritaquaba, número 01, que não teve o nome divulgado, e a Igreja Evangélica Vida Nova Projeto Salvação, localizada na Rua Dr João Inácio Teixeira, 78. Além das igrejas foram notificadas várias danceterias, boates e casas de shows, por também não apresentarem condições mínimas de funcionamento.

     Os endereços foram vistoriados pela corporação na operação Prevenção Máxima, anunciada pelo governo estadual para averiguar as condições de segurança dos chamados locais de reunião na capital.

Fonte: Gospel+

Matéria disponível em: Folha Gospel