SUS inclui teste rápido para dengue e chikungunya

G1

O Sistema Único de Saúde incluiu em sua lista de procedimentos os aguardados testes rápidos para a detecção de dengue e chikungunya. Com o teste, não será necessário utilizar a estrutura laboratorial — o que diminui os custos com a detecção.

Ainda, a comprovação da infecção sai entre 20 e 30 minutos.

A inclusão foi oficializada no Diário Oficial na quinta-feira (10). Para fazer o teste no SUS, é necessário apresentar sintomas relacionados às condições e ter o cartão do Sistema Único de Saúde, feito em qualquer unidade de saúde com a carteira de identidade.

Desde 2016, a Agência Nacional de Saúde, a ANS, determinou que os planos estão obrigados a cobrir os exames, embora alguns pacientes tenham relatado problemas com a cobertura.

Os testes rápidos são importantes tanto para a detecção e tratamento precoce, quanto para a vigilância epidemilógica e os dados do governo, já que, com ele, será possível ter maior acuidade sobre a circulação dos vírus no País.

O SUS já oferece testes rápidos para outras condições, como HIV e hepatite, que também podem ser detectadas em minutos.

Matéria disponível em G1

Anúncios

Estudo científico comprova que ir à igreja assiduamente ajuda fiéis a viverem mais e melhor

GOSPEL MAIS

Muitos fiéis afirmam que frequentam cultos porque isso os ajuda a se manterem com os pés no chão a respeito da vida e recebem orientação espiritual. No entanto, um benefício oculto vem no pacote: a frequência regular também pode ajudar a aumentar a longevidade, aponta um estudo.

Os pesquisadores analisaram dados de quase 75 mil enfermeiras de meia-idade nos Estados Unidos como parte do Estudo de Saúde das Enfermeiras. Os participantes foram questionados se eles frequentaram cultos regularmente a cada quatro anos entre 1992 e 2012, além de outros aspectos de suas vidas ao longo dos anos.

Ao final, foi descoberto que as mulheres que iam à igreja mais de uma vez por semana tiveram um risco 33% menor de morrer durante o período de estudo, em comparação com aqueles que disseram que nunca foram frequentadores assíduos.

O estudo relacionou, também que o hábito de ir à igreja está associado com um menor risco de morte em comparação a quem não vai. Quem ia uma ou mais vezes por semana aos cultos, tinham risco 26% menor, enquanto os voluntários que iam uma ou mais vezes por mês tinham risco 13% menor, comparando com os que não tinham o hábito de frequentar cultos.

As mulheres que frequentavam os cultos regularmente também tiveram taxas mais altas de apoio social e otimismo, tiveram menores taxas de depressão e eram menos propensas a fumar. No entanto, os pesquisadores levaram em conta estas diferenças entre fiéis e não-fiéis quando eles calcularam a diminuição das taxas de mortalidade de 13% para 33%.

“Ir à igreja pode ter uma série de benefícios adicionais, que podem, por sua vez, melhorar a longevidade, mas os pesquisadores não puderam apontar relações diretas entre a frequência e os os demais benefícios. A presença na comunidade religiosa poderia promover a autodisciplina e um senso de significado e propósito na vida, ou poderia fornecer uma experiência sobrenatural”, afirmou Tyler J. VanderWeele, professor de epidemiologia na Harvard T.H. Chan School of Public Health.

“Nosso estudo sugere que para a saúde, os benefícios superam os efeitos potencialmente negativos, como a culpa, ansiedade ou [possível] intolerância”, disse VanderWeele, segundo informações da CNN.

A maioria das mulheres no estudo eram protestantes ou católicas, por isso não está claro se uma associação semelhante seria encontrada entre participação em cultos religiosos e longevidade para as pessoas de outras religiões cristãs, o judaísmo ou o islamismo.

O estudo também não explorou a associação em homens. “Pesquisas anteriores sugerem que fiéis do sexo masculino também se beneficiam, embora a sua diminuição na taxa de morte não é tão grande quanto entre as mulheres”, disse VanderWeele.

“Tem havido literalmente milhares de estudos” investigando se a religião é boa para sua saúde, disse o doutor Dan German Blazer II, professor de psiquiatria e ciências comportamentais na Duke University Medical Center. Os resultados têm sido mistos sobre se os aspectos da devoção religiosa como a oração e espiritualidade – como ler a Bíblia ou outra literatura religiosa – melhorar a longevidade.

Matéria completa disponível em Gospel Mais

Por que adultos e crianças estão mais intolerantes ao glúten?

G1

Quem não aprecia um pãozinho quentinho e crocante no café da manhã?

Ou um prato de macarrão na hora da fome? Pois é! Quase todo mundo gosta, não é mesmo? De fato, estes alimentos fazem parte do cardápio de crianças e adultos já há alguns séculos.

Nos últimos anos, porém, pesquisas apontam que é cada vez maior o número de adultos e crianças que têm necessidade de suprimir o pão, o macarrão e outros alimentos derivados do trigo, principalmente, além do centeio, da aveia e da cevada. Entram nesta lista, por exemplo, as pizzas e alguns produtos processados como sopas, molhos, hambúrgueres, bolos, biscoitos e doces. Tudo isso por que estes alimentos contêm uma proteína que é motivo de muitos estudos neste início de século XXI: o glúten.

Mas… afinal de contas, o que é o glúten? E por que só agora ele está virando “vilão” para muitas pessoas?

O glúten é uma proteína complexa que pode causar uma reação importante no intestino conhecida como Doença Celíaca. As primeiras manifestações clínicas desta doença ocorrem nas crianças, entre 2 e 5 anos de idade. O glúten provoca o aparecimento de anticorpos que “atacam” e provocam uma importante lesão na mucosa intestinal. Isto resulta em uma “atrofia” da mucosa, que dificulta – ou impede – a absorção de alimentos essenciais para o crescimento e desenvolvimento. A barriga fica grande, como se fosse “inchada”, cheia de gases, surge uma diarreia crônica, mal-estar, fadiga, desânimo e anemia. Com a retirada do glúten da alimentação, este quadro reverte integralmente, e as crianças voltam a ganhar peso e a crescer. Só que não podem, em nenhuma hipótese, voltar a ingerir a proteína. Esta é a forma mais clássica de sensibilidade ao glúten, e esta doença é conhecida há mais de 100 anos.

Matéria completa disponível em G1

Uso intensivo do celular aumenta risco de câncer cerebral, diz estudo francês

FOLHA GOSPEL

   O uso intensivo do telefone celular ajuda um aumento do risco de sofrer um tipo câncer cerebral agressivo, segundo o estudo publicado por pesquisadores da universidade de Bordeaux na revista especializada “Occupational & Environmental Medicine”.

A equipe dirigida por Gaëlle Coureau demonstra que há dois tipos de tumores associados a uma prolongada exposição à radiofrequência desses aparelhos: os gliomas, agressivos, e os meningiomas, mais fáceis de operar. As pessoas que utilizam o telefone portátil mais de 15 horas por semana, o que representa 30 minutos ao dia, têm maior risco de que esses tumores se desenvolvam.

Os pesquisadores analisaram o perfil de 450 doentes de câncer e usuários de telefone celular acima de 15 anos entre junho de 2004 e maio de 2006 em quatro departamentos franceses e o compararam com 900 usuários de dito aparelho em perfeito estado de saúde. O estudo “Cerenat” confirma as conclusões do Centro Internacional de Pesquisas sobre o Câncer (CIIC), que no ano passado estabeleceu que “existe uma possível conexão entre o uso do telefone portátil e a aparição de gliomas”.

Para reduzir os riscos, organizações como o Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde da França recomendam afastar o máximo possível o telefone da cabeça, usar o dispositivo com as mãos livres ou evitar chamadas longas, com o objetivo de impedir o excesso de exposição às ondas eletromagnéticas.

Fonte: EFE

Matéria disponível em Folha Gospel

Consumir água antes das refeições ajuda a emagrecer

FOLHA GOSPEL

   Parece que o velho truque de beber dois copos de água antes das refeições realmente é eficaz para quem está brigando com os ponteiros da balança. Um estudo da Universidade Virgínia Tech, nos Estados Unidos, mostrou que as pessoas que ingeriram o líquido antes de comer perderam em média sete quilos e meio, enquanto que as outras eliminaram apenas cinco quilos e meio.

   A pesquisa sugere que a água ajudaria a reduzir as calorias ingeridas por preencher o estômago ou fazer que a pessoa evite bebidas açucaradas durante as refeições.

Fonte: Corpo a Corpo – UOL

Matéria extraída de Folha Gospel

Comer 7 em vez de 5 porções de frutas e vegetais por dia reduz risco de morte

FOLHA GOSPEL

Comer sete ou mais porções de frutas, verduras e legumes por dia é mais saudável do que as cinco recomendadas pelos médicos e prolongaria a expectativa de vida, revela uma nova pesquisa.

Cada porção contém cerca de 80 gramas, equivalente a uma fruta grande ou um punhado de frutas ou verduras e legumes pequenos.

O estudo, feito com cerca de 65 mil homens e mulheres, sugere que quanto mais alimentos desse tipo as pessoas ingerirem, menos chances têm de morrer – em qualquer idade.

Entre os benefícios comprovados, está a redução do risco de câncer e de doenças cardíacas.

Os cientistas, da Universidade College de Londres, analisaram dados do National Health Survey entre 2001 e 2008, uma espécie de Censo da Saúde do Reino Unido, que coleta informações sobre a saúde dos britânicos por meio de questionários e visitas médicas, além da análise da dieta alimentar e do estilo de vida dos pacientes.

Além disso, os estudiosos avaliaram a mortalidade geral, além das mortes causadas por câncer, doenças cardíacas e derrame.

Eles descobriram que o risco de morte precoce provocada por qualquer uma dessas doenças caiu, ao passo que a ingestão de frutas e vegetais aumentou.

Ao longo da pesquisa, os cientistas descobriram que o risco de morte foi reduzido em:


14% se o indivíduo ingerir entre uma e três porções de frutas, verduras e legumes por dia 29% entre três e cinco 36% entre cinco e sete 42% para sete ou mais A pesquisa também constatou que vegetais frescos possuem um potencial maior de proteção, seguidos pelas saladas e depois pelas frutas.

Já o suco de frutas não oferece benefícios, enquanto que frutas enlatadas aumentam o risco de morte – possivelmente porque elas são armazenadas em uma calda de açúcar, dizem os pesquisadores.

Segundo Oyinlola Oyebode, responsável pela pesquisa, os benefícios para a saúde crescem à medida que mais porções de vegetais e frutas são ingeridas por dia.

Ela lembrou, no entanto, que mesmo pequenas frações são “melhor do que nada”.

A proteção que frutas e vegetais conferem ao organismo contra doenças está ligada a presença de antioxidantes, que curam os danos às células, acrescentou Oyebode.

Oyebode também afirmou que esses tipos de alimentos contêm micronutrientes e fibra, que são benéficos para a saúde.

Matéria completa extraída de Folha Gospel

Mamografia sem pedido médico já pode ser agendada em São Paulo

O ESTADO DE SÃO PAULO

   A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo iniciou nesta segunda-feira, 17, o agendamento de mamografia sem necessidade de pedido médico para mulheres com idades entre 50 e 69 anos. O programa, anunciado no início de fevereiro, tem como objetivo melhorar a detecção precoce do câncer de mama.

   Até o final do mês, poderão solicitar o exame mulheres nascidas em anos pares e que fazem aniversário nos meses de janeiro e fevereiro. A partir de março, as nascidas em ano par deverão solicitar o procedimento sempre em seu mês de aniversário.

   As mulheres que nasceram em ano ímpar só poderão agendar em 2015, mas caso a paciente esteja há mais de dois anos sem realizar o exame, ela poderá fazer o pedido agora.

   O agendamento deve ser feito por meio do telefone 0800 779 0000. Segundo a secretaria, mais de 300 unidades da rede pública estadual realizarão o exame. A estimativa é que as mulheres façam o procedimento no mesmo mês da solicitação ou em até 45 dias.

Matéria disponível em O Estado de São Paulo

Greve na saúde termina em Ribeirão Preto

G1

   O Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto (SP) anunciou na tarde desta sexta-feira (14) o fim da greve dos funcionários da Saúde no município. A paralisação, que chegou ao 12º dia nesta sexta, foi suspensa após a categoria aceitar a proposta da Prefeitura de implantação da jornada de 30 horas semanais a partir do dia 1º de julho. O prazo, de acordo com a administração municipal, é necessário para que a Prefeitura saia do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e possa fazer as contratações necessárias para a adoção da jornada.

   A redução da jornada de trabalho dos servidores de 36 para 30 horas já era prevista em lei municipal e deveria ter entrado em vigor no dia 1º de fevereiro. Diante do descumprimento da medida pela Prefeitura, os profissionais da Saúde cruzaram os braços em 3 de fevereiro.

   De acordo com o presidente do sindicato, Wagner Rodrigues, a aplicação das 30 horas -mesmo que não imediata- é uma vitória para os servidores. “A unidade nesta greve mostrou que o servidor conseguiu o seu objetivo. Até então, a Prefeitura estava relutante e dizia que não podia implantar a jornada. Conseguimos provar que isso é possível, e agora vamos aguardar a contratação dos novos servidores nos próximos meses”, afirma.

   A partir deste sábado (15), agentes de enfermagem, técnicos em enfermagem, auxiliares farmacêuticos, agentes odontológicos e técnicos de higiene dental retomam suas atividades normalmente no município. Os servidores continuarão cumprindo a atual jornada de 36 horas semanais até a implantação da nova carga horária.

Prefeitura
Em nota, a Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) informou que a proposta do Governo Municipal estabelece o prazo de 1º de julho para que a Prefeitura consiga sair do limite prudencial da LRF e para que as contratações necessárias diante da redução da jornada possam ser feitas sem maiores complicações.

Matéria extraída em G1

Homens casados têm ossos mais fortes que solteiros, diz estudo

TERRA

   Casamento já foi relacionado a um risco reduzido de doenças cardíacas e de maiores taxas de sobrevivência ao câncer. Agora, uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, constatou que homens casados ou em relacionamentos estáveis de longo prazo, que não se separaram anteriormente, têm ossos mais fortes que solteiros e divorciados. Já para as mulheres, o que ajuda na saúde óssea é a qualidade do relacionamento. Os dados são do jornal Daily Mail.

    Os cientistas usaram dados de participantes que tinham entre 25 e 75 anos em 1995/1996, sendo que todos foram entrevistados novamente em 2004/2005. Exame de densidade óssea e fatores que influenciam a saúde dos ossos, como medicamentos, menopausa e comportamentos de saúde, foram levados em conta. A ligação entre o casamento e a força dos ossos foi evidente na coluna vertebral, mas não no quadril, possivelmente devido a diferenças na composição óssea.

    Constatou-se que homens que se casaram antes dos 25 anos não têm o mesmo benefício, pelo contrário, apresentam ossos mais fracos. “Casamento muito cedo é prejudicial aos homens provavelmente por causa das tensões de ter que sustentar uma família”, disse o co-autor Arun Karlamangla. Isso porque, por serem mais jovens, tendem a ter menos dinheiro e, portanto, mais dificuldade para cumprir as despesas.

    No caso das mulheres, as com parceiros que as apoiam apresentaram ossos mais resistentes do que as que vivem com homens que não as tratam bem. “As descobertas implicam que não devemos assumir que o casamento tem os mesmos benefícios de saúde para homens e mulheres. Especificamente, nunca se casar, passar por um divórcio, viuvez ou separação está relacionado com a má saúde óssea em homens, enquanto má qualidade conjugal está associada à baixa saúde óssea em mulheres”, acrescentaram os autores.

Matéria disponível em Terra

Ribeirão Preto: servidores da saúde em greve

G1

Parte dos servidores municipais da área de saúde entraram em greve nesta segunda-feira (3) em Ribeirão Preto (SP). A paralisação deve-se ao impasse entre a categoria e a Prefeitura, diante da redução da jornada de trabalho de 36 horas para 30 horas semanais. A medida – que entraria em vigor a partir do dia 1º de fevereiro – está prevista em lei municipal aprovada em junho de 2012 e vale para agentes de enfermagem, técnicos em enfermagem, auxiliares de farmacêutico, agentes odontológicos e técnicos de higiene dental.

Matéria completa disponível em: G1

Dormir ‘é chave’ para combater a obesidade

     FOLHA GOSPEL

     As campanhas de saúde para combater a obesidade tendem a se concentrar na importância de uma dieta saudável e da prática de exercícios físicos. Mas a esta equação também devem ser somadas boas noites de sono.

Pesquisas recentes mostram que comer menos e de forma mais saudável, além de se exercitar diariamente, tem pouco resultado na redução dos níveis de obesidade.

Talvez, a razão por trás disso possa ser encontrada em vários estudos que mostram que poucas horas de sono podem estar associadas à obesidade em adultos e crianças.

E é mais do que coincidência o fato de que, nos últimos anos, as pessoas vêm dormindo menos ao passo que tem aumentado o número de obesos.

Por meio de exames de ressonância magnética, cientistas mostraram que a falta de sono afeta áreas do cérebro responsáveis pela tomada de decisões complexas e a vontade de ter “recompensas”, o que pode levar a escolha por alimentos calóricos e com alto teor de gordura.

Maçã ou cupcake?

Noites mal dormidas também afetam os níveis dos hormônios da fome, provocando uma queda nos níveis de leptina, que regula o consumo de alimentos e sinaliza quando já comemos o bastante, e o aumento do nível de grelina, que estimula o apetite e produção de gordura.

As pesquisas indicam que essas variações hormonais elevam em 24% a sensação de fome, em 23% o apetite e em 33% a vontade consumir comidas calóricas e gordurosas.

Os levantamentos mostram ainda que as pessoas que dormem pouco ficam ávidas para beliscar entre as refeições, temperar demais os alimentos, comer menos legumes e verduras e mais junk food. Afinal de contas, quando está com sono, o que você prefere: uma maçã ou um cupcake?

A campanha pelo “coma menos, mova-se mais” não terá muitas chances de sucesso se não for combinada a orientações para que as pessoas durmam mais.

Font: BBC Brasil

Matéria disponível em Folha Gospel

Pular café da manhã aumenta risco de infarto nos homens

FOLHA GOSPEL

     Os homens que não tomam café da manhã têm maior risco de sofrer um ataque cardíaco, revelou uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (22) nos Estados Unidos.

Um estudo de quase 27 mil homens mostrou que aqueles que não comiam nada pela manhã tinham 27% mais chances de ter um ataque do coração, ou morrer por doença coronária, do que os que fazem o desjejum.

Os homens, entre 45 e 82 anos, participaram de uma pesquisa sobre alimentação, que registrou resultados de saúde de 1992 a 2008.

Segundo o estudo, os homens que não fazem a primeira refeição tendem a ser mais jovens e a ter “mais probabilidades de serem fumantes, trabalham em tempo integral, são solteiros, menos ativos fisicamente e mais consumidores de álcool” do que o restante.

“Pular o café da manhã pode levar a um ou mais fatores de risco, como obesidade, pressão arterial alta, colesterol alto e diabetes, que, por sua vez, podem levar – com o tempo – a um ataque cardíaco”, disse Leah Cahill, principal autor do estudo e pesquisador da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard.

Os homens que disseram tomar café da manhã também comiam mais por dia do que os que tinham o hábito contrário, o que sugere que as pessoas que omitem a primeira refeição não compensam mais tarde.

No estudo, 97% dos homens que participaram eram brancos e de ascendência europeia. Os pesquisadores disseram que os resultados podem ser aplicados a outras origens.

“Não se deve pular o café da manhã. Tomar café está associado a um menor risco de ataque cardíaco”, afirmou.

Fonte: UOL

Matéria disponível em Folha Gospel

Preenchendo o vazio emocional com comida

UOL

     Muitas vezes, procuramos consolo na comida para preencher o vazio emocional ou controlar o mundo externo quando sentimos que ele foge ao nosso controle. No caminho, ganha-se ou perde-se peso, a imagem corporal se altera e você começa a se questionar se tem um corpo atraente ou não. Mas…  atraente para quem? Inspiramo-nos em padrões culturais que ditam a aparência, e na tentativa de se sentirem aceitas, muitas mulheres caem na armadilha de uma necessidade ilusória: a da magreza extrema. Adotar dietas e regimes radicais é uma tentativa de controlar o mundo e o próprio corpo, um sentimento que acaba gerando distúrbios alimentares.

     Os distúrbios alimentares são condições complexas, que surgem de uma combinação de comportamentos recorrentes ao longo do tempo, como dietas radicais e a necessidade de controlar o que se come, bem como fatores biológicos, emocionais, psicológicos, interpessoais e sociais. Tais distúrbios são manifestações extremas da preocupação excessiva com o peso e os alimentos, entre os quais se incluem a anorexia nervosa, a bulimia nervosa e a compulsão alimentar. São problemas emocionais muito sérios, que atingem tanto mulheres como homens, cujo tratamento deve ser realizado por especialistas.

     A maioria das pessoas desconta suas frustrações emocionais na comida, sem chegar a desenvolver um distúrbio alimentar. O que fazer para mudar hábitos prejudiciais ligados à comida? Apesar de parecer mais fácil se distrair com um chocolate, uma torta ou um bom hambúrguer, o mais importante é refletir profundamente sobre o que  está acontecendo e sentir essas emoções que, de alguma forma, assustam e angustiam. Arrisque-se a ser você mesma e a desenvolver todo o seu potencial. Para não comer, lembre-se da importância de identificar e validar a importância de suas emoções. Fale sobre elas com um amigo ou parente, faça alguma atividade que aumente sua concentração, conserve a calma e tome a decisão de não comer para abafar o que está sentindo.

Matéria disponível em Uol

Alimentação correta ajuda no combate à ansiedade, dizem especialistas

FOLHA GOSPEL

     Embora a ansiedade não seja considerada pelos especialistas uma doença e sim uma reação normal do organismo – quando passa a prejudicar o cotidiano das pessoas é necessário procurar a ajuda de um profissional. De acordo com o psicólogo do Hospital Nossa Senhora das Graças de Curitiba José Roberto Palcoski, a ansiedade pode ter alguns níveis e estar relacionada a algum fator ou não. “Todos nós temos ansiedade, e é normal e bom, pois ela nos move para concretização de nossos objetivos de vida, contudo, se torna um problema quando começa a atrapalhar nossa rotina e nossas relações”, destaca. Alguns sinais podem ser percebidos no dia a dia, entre eles: sensação de aflição, agonia, impaciência e inquietação.

Existem diversos tratamentos psicoterápicos para a ansiedade, medicamentosos ou relacionados a alguma psicoterapia. “Para cada nível de ansiedade há uma forma diferente de realizar o tratamento – desde o trabalho frente ao pensamento que cerca a situação ansiogênica, até a combinação de medicações e psicoterapia”, explica o psicólogo.

Entre os tratamentos estão psicologia analítica, psicanálise, cognitiva comportamental, com técnicas de relaxamento, hipnose e o apoio social. “Poderíamos dizer que os principais tratamentos seriam o medicamentoso, orientado por médico psiquiatra em conjunto com psicoterapia individual e ou grupo”, enfatiza. Já o acompanhamento psicológico é importante, pois a ansiedade é um pensamento, uma sensação persistente – sendo o psicólogo o profissional capacitado e treinado para lidar com estas situações. “Desde o mapeamento de sua origem até a cura plena da situação”, explica Palcoski.

Níveis de serotonina

“Grande parte das pessoas que convivia com a ansiedade patológica, após tratamento, passa a retomar suas atividades de forma satisfatória, já que, uma vez diagnosticado o distúrbio precocemente, maiores as chances de se alcançar melhores resultados”, diz Daniela Caetano Gonçalves, nutricionista e professora da Universidade Gama Filho, de São Paulo.

Gonçalves ressalta que, além dos tratamentos convencionais, é importante lembrar que alguns alimentos que apresentam aminoácidos e vitaminas essenciais, que atuam no combate à ansiedade e elevam os níveis de serotonina, são opções que podem trazer bem-estar e relaxamento para aqueles que sofrem desse mal.

“Quem é ansioso deve evitar alguns alimentos ou até mesmo excluí-los, dependendo do nível do problema”, afirma a também nutricionista Eliana Louzada, mestre em educação física e docente em cursos de pós-graduação da Universidade Gama Filho. Ela inclui nesta lista aqueles à base de açúcar como bolos e pudins; achocolatados que contenham açúcar e o próprio, além de sorvetes.

Palcoski diz que é importante ressaltar que muitas vezes a alimentação é uma via de escape para quem possui algum grau de ansiedade, sendo então necessário verificar como esta o relacionamento desta com a sua alimentação. “Se a pessoa usa a alimentação para diminuir sua ansiedade, então, é necessário que se estude o que se está comendo, quando e por qual motivo. Pois, se houver erro ou abuso, será um ‘tiro no pé'”.

Sem evidências

O médico psiquiatra e pesquisador do Programa de Transtornos do Humor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, Fernando Fernandes, afirma que não há evidências científicas de que podemos controlar a ansiedade por meio da alimentação.

“Fazendo uma busca nos últimos estudos, não encontramos nada relatado. Alguns estudos em animais apontam que a restrição alimentar pode diminuir agudamente a ansiedade. A relação entre ansiedade e alimentação é outra: a ansiedade induz a hábitos alimentares não saudáveis, principalmente pelo aumento da ingestão de carboidratos e alimentos gordurosos”, diz.

Fernandes indica uma alimentação variada e equilibrada – rica em frutas, vegetais folhosos, carboidratos complexos (como feijões e cereais integrais) e proteínas de baixo teor de gordura saturada (carnes magras, leite desnatados etc). “Isso tudo é importante para promoção global da saúde, inclusive mental”.

O psiquiatra dá algumas dicas: “Comer devagar é importante, pois o sentimento de saciedade leva em torno de vinte minutos para se estabelecer. Mastigar bem os alimentos é outra dica: quem mastiga bem, em geral sente-se saciado ingerindo menos calorias. Vale salientar que o tratamento para os transtornos ansiosos deve ser medicamentoso e psicoterápico. Associado a isso, deve haver mudança no estilo de vida tais como alimentação saudável e prática de atividade física e de lazer devem ser incorporadas ao dia-a-dia do paciente”.

Fonte: UOL

Matéria disponível em Folha Gospel

Dárcy segue em estado grave, porém estável, diz hospital de Brasília

A CIDADE

     A prefeita Dárcy Vera (PSD) permanece internada em estado grave, porém estável, na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Santa Luzia, em Brasília (DF). A informação consta no último boletim médico divulgado nesta quarta-feira (15), às 18h30.

     A prefeita teve de ser internada às pressas na tarde de terça-feira, em decorrência de pielonefrite (infeção renal) – quadro evolutivo de uma infecção urinária. “Dárcy Vera mantém sua pressão arterial com uso de medicações, mas respira sem necessidade de aparelhos”, consta em boletim médico. Segundo o médico Marcelo Maia, que assina a nota, a prefeita está consciente e orientada. Porém, não há previsão de alta.

     Em um boletim anterior, divulgado às 12h30 desta quarta, o mesmo médico informou que o estado clínico de Dárcy havia piorado na madrugada, com evolução para sepse – quando há infecção generalizada. Em entrevista à EPTV, o secretário da Saúde, Stênio Miranda, que acompanha Dárcy em Brasília desde quarta, negou qualquer infecção generalizada. “É um quadro de infecção. Classificado, sim, como grave, mas não é uma infecção generalizada. Não é uma septcemia. Não estamos numa situação dessa”, disse.

     Segundo Stênio, a permanência de Dárcy na UTI será avaliada depois de ela permanecer 48h após aplicação dos medicamentos, de acordo com a evolução do estado de saúde. “Nas primeiras 48h ela ficará no hospital. Até amanhã [quinta-feira, dia 16], no final da tarde, início da noite, permanecerá aqui”. O secretário diz que não há intenção para transferi-la de Brasília para Ribeirão. Dárcy foi transferida para a UTI, às 23h09 de terça-feira, e desde então o seu quadro de saúde piorou.

No Senado

     Em Brasília para participar de reuniões organizadas pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), a prefeita decidiu procurar atendimento médico enquanto aguardava para falar com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Uma assessora que acompanhava Dárcy em Brasília disse que ela começou a se sentir muito mal. O primeiro atendimento médico ocorreu na enfermaria do Senado. De lá, a prefeita foi levada para o Hospital Santa Luzia.

Prefeita passa uma madrugada bastante difícil

     A prefeita Dárcy Vera teve nesta quarta uma madrugada bastante difícil. Isso porque o estado de saúde dela só piorou desde quando deu entrada no Hospital Santa Luzia, às 17h30, de terça-feira. Pelo histórico relatado pelo médico Marcelo Maia, a prefeita deu entrada no hospital com febre, frequência cardíaca alta, com foco inflamatório presumido nas vias urinárias. Às 23h09, segundo boletim médico, Dárcy foi transferida para a UTI após a constatação de alteração em seu estado de saúde. “Posteriormente, à 1h, foi constatada uma piora em seu estado clínico, com evolução para sepse. Ainda, em um diagnóstico topográfico, foi apresentado pielonefrite [infecção no rim] localizada à direita”, consta em boletim.

     O primeiro médico a atender Dárcy no Senado foi o clínico e cardiologista Ivan Pereira Penna. Em entrevista ao A Cidade, ele disse que a prefeita procurou a enfermaria com febre e dores nas costas. “Suspeitamos de pielonefrite e a encaminhamos ao hospital com urgência.”

Matéria disponível em Jornal A CIDADE