As universidades brasileiras mais respeitadas pelos empregadores

EXAME.COM

São Paulo — Em qualquer processo de recrutamento, um dos primeiros dados exigidos do candidato é a universidade que ele frequentou. Embora não seja o único fator em análise, o nome escrito no seu diploma pode ter grande influência sobre as suas chances de conseguir a vaga.

Um levantamento recente da consultoria britânica QS (Quacquarelli Symonds)revela quais são as instituições de ensino superior mais admiradas pelos empregadores em todo o mundo, inclusive no Brasil.

O ranking traz as 495 universidades com as maiores notas em 5 quesitos: reputação no mercado de trabalho, desempenho profissional dos ex-alunos, parcerias com empregadores, presença de empresas no campus e proporção de ex-alunos que conseguem emprego em até 12 meses após se formarem.

A badalada Stanford ficou com o 1º lugar da lista global, cujo topo é dominado por instituições dos Estados Unidos. A instituição californiana obteve a nota máxima em quase todos os parâmetros analisados pela QS.

Universidade de São Paulo (USP) é a mais bem avaliada entre as brasileiras, e a 61ª melhor do mundo nesse quesito. Numa escala de 0 a 100, sua nota para “reputação no mercado de trabalho” foi 79,2. Já a nota geral da instituição paulista, que também leva em conta o desempenho de carreira dos ex-alunos e as parcerias com empresas, foi 66,3.

Apenas 8 universidades do Brasil apareceram na seleta lista da QS. Dessas, apenas duas são particulares: a PUC-SP, que ficou em 4º lugar no ranking nacional, e a PUC-RJ, que conquistou o 5º lugar.

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Inscrições para o ProUni começam hoje

MSN

Começam hoje (26) as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni). Os interessados em obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior podem fazer a inscrição até o dia 29 na página do programa.

O candidato que se inscreveu no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) também pode participar do ProUni, que oferece nesta edição 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. As bolsas são destinadas a 30.549 cursos e distribuídas por 1.117 instituições.

Para se inscrever, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado 0 na redação. Outra condição é ainda não ter diploma de curso superior.

As bolsas integrais são para estudantes que cursaram o ensino médio nas redes pública ou particular, na condição de bolsista integral. Também é necessário comprovar, por pessoa, renda bruta familiar até um salário mínimo e meio. Para as bolsas de 50% da mensalidade, a renda bruta familiar deve ser até três salários mínimos.

Professores do quadro permanente da rede pública de ensino, que concorrerem a cursos de licenciatura, também podem participar do ProUni. Nesse caso, não é necessário comprovar renda.

O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 2 de fevereiro. Os selecionados terão até o dia 9 para comprovar as informações nas instituições. A segunda chamada será no dia 19. Os candidatos não selecionados ainda terão a chance de participar da lista de espera nos dias 2 e 3 de março.

Veja a lista dos cursos com maior oferta de bolsas no portal do MSN

Metodista pode vender cinco de suas oito universidades

FOLHA GOSPEL

   Segundo reportagem do Valor, operação pode ser fechada por R$ 250 milhões e já há interessados.

A Igreja Metodista pode vender cinco de suas oito universidades, segundo reportagem do Valor Econômico, desta terça-feira. A operação pode ser fechada por 250 milhões de reais. As universidades que estão sendo negociadas, de acordo com o jornal, seriam: a Universidade Metodista de Piracicaba, Faculdade de Birigui, o Centro Universitário Izabela Hendrix, em Belo Horizonte, o Centro Universitário de Porto Alegre e a Faculdade Metodista Santa Maria.

As cinco faculdades somam cerca de 25.000 alunos e há pelo menos seis ou sete grupos interessados no negócio, disse o Valor. Entre eles, o Ser educacional, Cruzeiro do Sul, Laureate e Whitney. Se fechada, a operação será a primeira envolvendo universidades mantidas por uma igreja.

Fonte: Exame.com

Matéria extraída de: Folha Gospel

Maioria dos métodos de estudar para provas não funciona, diz estudo

G1

     Os métodos favoritos de se preparar para provas escolares não são os que garantem os melhores resultados para os estudantes, segundo uma pesquisa feita por um grupo de psicólogos americanos. Universidades e escolas sugerem aos estudantes uma grande variedade de formas de ajudá-los a lembrar o conteúdo dos cursos e garantir boas notas nos exames. Entre elas estão tabelas de revisão, canetas marcadoras, releitura de anotações ou resumos, além do uso de truques mnemônicos ou testar a si mesmo.

     Mas segundo o professor John Dunlosky, da Kent State University, em Ohio, nos Estados Unidos, os professores não sabem o suficiente sobre como a memória funciona e quais as técnicas são mais efetivas. Dunlosky e seus colegas avaliaram centenas de pesquisas científicas que estudaram dez das estratégias de revisão mais populares, e verificaram que oito delas não funcionam ou mesmo, em alguns casos, atrapalham o aprendizado. Por exemplo, muitos estudantes adoram marcar suas anotações com canetas marcadoras.

     Mas a pesquisa coordenada por Dunlosky – publicada pela Associação de Ciências Psicológicas – descobriu que marcar frases individuais em amarelo, verde ou rosa fosforescente pode prejudicar a revisão. ‘Quando os estudantes estão usando um marcador, eles comumente se concentram em um conceito por vez e estão menos propensos a integrar a informação que eles estão lendo em um contexto mais amplo’, diz ele. ‘Isso pode comprometer a compreensão sobre o material’, afirma. Mas ele não sugere o abandono dos marcadores, por reconhecer que elas são um ‘cobertor de segurança’ para muitos estudantes.

Resumos e mnemônicos
Os professores regularmente sugerem ler as anotações e os ensaios das aulas e fazer resumos. Mas Dunlosky diz: ‘Para nossa surpresa, parece que escrever resumos não ajuda em nada’. ‘Os estudantes que voltam e releem o texto aprendem tanto quanto os estudantes que escrevem um resumo enquanto leem’, diz.

     Outros guias para estudo sugerem o uso de truques mnemônicos, técnicas para auxiliar a memorização de palavras, fórmulas ou conceitos. Dunlosky afirma que eles podem funcionar bem para lembrar de pontos específicos, como ‘Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá, Seno A Cosseno B, Seno B Cosseno A’, para lembrar a fórmula matemática do seno da soma de dois ângulos: sen (a + b) = sena.cosb + senb.cosa. Mas, ele adverte que eles não devem ser aplicados para outros tipos de materiais: ‘Eles não vão te ajudar a aprender grandes conceitos de matemática ou física’.

Repetição
Então, o que funciona? Somente duas das dez técnicas avaliadas se mostraram efetivas – testar-se a si mesmo e espalhar a revisão em um período de tempo mais longo. ‘Estudantes que testam a si mesmos ou tentam recuperar o material de sua memória vão aprender melhor aquele material no longo prazo’, diz Dunlosky. ‘Comece lendo o livro-texto e então faça cartões de estudo com os principais conceitos e teste a si mesmo. Um século de pesquisas mostra que a repetição de testes funciona’, afirma. Isso aconteceria porque o estudante fica mais envolvido com o tema e menos propenso a devaneios da mente.

     ‘Testar a si mesmo quando você tem a resposta certa parece produzir um rastro de memória mais elaborado conectado com seus conhecimentos anteriores, então você vai construir (o conhecimento) sobre o que já sabe’, diz o pesquisador.

‘Prática distribuída’
Porém a melhor estratégia é uma técnica chamada ‘prática distribuída’, de planejar antecipadamente e estudar em espaços de tempo espalhados – evitando, assim, de deixar para estudar de uma vez só na véspera do teste. Dunlosky diz que essa é a estratégia ‘mais poderosa’. ‘Em qualquer outro contexto, os estudantes já usam essa técnica. Se você vai fazer um recital de dança, não vai começar a praticar uma hora antes, mas ainda assim os estudantes fazem isso para estudar para exames’, observa.

     ‘Os estudantes que concentram o estudo podem passar nos exames, mas não retêm o material’, diz. ‘Uma boa dose de estudo concentrado após bastante prática distribuída é o melhor caminho’, avalia.

     Então, técnicas diferentes funcionam para indivíduos diferentes? Dunlosky afirma que não – as melhores técnicas funcionam para todos. E os especialistas acreditam que esse estudo possa ajudar os professores a ajudar seus alunos a estudar.

Matéria disponível em G1